Thursday, November 20, 2008

Entropia

we were accidents waiting to happen

A entropia (do grego εντροπία, entropía) é uma grandeza termodinâmica associada ao grau de desordem de um sistema macroscópico. Equivalentemente, mede a parte da energia que não pode ser transformada em trabalho. É uma função de estado cujo valor cresce durante um processo natural em um sistema fechado.

A teoria da informação diz que quanto menos informaçoes sobre o sistema, maior será sua entropia. Isso remete ao fato de as equações matemáticas para a entropia usarem métodos probabilísticos para serem deduzidas, sendo assim quanto maior o número de arranjos possíveis, maior será a entropia.

Fonte: Wikipedia

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Recentemente, foi publicado na Europa a tradução atualizada do clássico Enthropy de Jeremy Rifkin, que apresenta a tendência universal de todos os sistemas - incluídos os econômicos, sociais e ambientais - a passar de uma situação de ordem à crescente desordem.

“a lei da entropia mina a idéia da história como progresso. A lei da entropia destrói a idéia de que a ciência e a tecnologia criam um mundo mais ordenado”.

Originalmente, “entropia” (troca interior) surgiu como uma palavra cunhada do grego de em (en - em, sobre, perto de…) e sqopg (tropêe - mudança, o voltar-se, alternativa, troca, evolução…).

“a energia total do universo é constante e a entropia (a desordem) total está em contínuo aumento”.

A entropia é a inversão do tempo, ou seja, esse aspecto do tempo pelo qual quanto mais se regride no tempo, mais “intenso” é o tempo. E quanto mais se progride mais “diluído” é o tempo. É o tempo em seu aspecto negativo: nós estamos acostumados a pensar no devir do cosmos como um progressivo vir-a-ser, mas, na verdade, trata-se de um regressivo deixar-de-ser sem aniquilar-se: acumula-se um “entulho de ser”. Como mostram muito bem os físicos Bernhard e Karl Philbert, não só o espaço é função do tempo, mas o próprio tempo é função do tempo. Não podemos pensar num tempo uniforme e linear e separado das coisas, mas num tempo entrópico, que se degrada com o tempo, tendendo assintoticamente ao fim do próprio tempo; ou, como se poderia dizer satiricamente: “o tempo vai morrer com o tempo” (ou na visão joanina: “Não haverá mais tempo” Ap 10, 6).

Fonte: Entropia: “Progresso” para a Destruição!

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