Marcel Duchamp (1887-1968): Art is Anti-Art
“Deep down I’m enormously lazy. I like living, breathing better than working.”
- Marcel Duchamp

Marcel Duchamp, In Advance of the Broken Arm, 1915
(studio photograph by Man Ray)

Marcel Duchamp, Photograph of Duchamp’s Studio, 1916-1917

Bicycle Wheel (1913) on a Stool
Photograph taken at Duchamp’s studio, circa 1917

Marcel Duchamp, retouched reproduction of Sculpture for Traveling, Boite-en-Valise, 1941

Duchamp in his studio at 67th Street in New York, detail from a photomontage by Kiesler, Poem about space dedicated to H (ieronymus) Duchamp, published in View, Series V, n° 1, mars 1945

- Duchamp who?
- Work avoidance: the everyday life of Marcel Duchamp’s readymades

October 25th, 2009 em 4:00 pm
Tomo do seu chá, como um um belga admirador das sombras. Ensor; por exemplo. O solitário e invisivel compatriota de nosso amigo inventor. Diretor de invenções intelectuais, que admiramos de perto desde os anos 50. Pois é, o cara “inventou o aro da bicicleta sobre aquele tamborete”, mas quem inventou a própria bicicleta, a corrente dentada e o uso da força motriz, mecânica ( humana ou da natureza ), sobre e sob as máquinas, foi Leonardo da Vinci, muitos séculos antes. Quer dizer: aquele ARO é Davinci. O tamborete deixo para voces tomarem seu chá.E incorporar ao acervo contemporâneo das novas descobertas “caretas”, nossas idéias nascidas com a ‘MIRAÇÂO’, ancestral, dos indios amazônicos. Uma viagem no tempo e no espaço da finitude minimalista deste assunto estético sem a menor importância diante da eternidade: EU, OU DEUS. Tudo poderoso, que deixo voces chuparem à vontade. Só quero gozar no final, como um átomo, atônito, a procura da magistral pintura ritualística. AZ COLLECTOR. RJ. BR 25/10/2009
October 25th, 2009 em 4:27 pm
Marcel Duchamp? Prefiro Goya. E vamos parar por aqui porque não estou ganhando nada para dar aulinhas, obviamente, primárias, já que este papo só impressiona gente privinciana, de New York, ou das megalópoles fendidas pelo peso destas invenções logísticas , do sistema extra muros. O vazio da invenção tecnológica sobre nossas próprias possibilidades de informação no Google. Acho bom correr atrás para não ficar em contradição, promovendo a censura. Vamos fazer uma coisa : voces dispensão os novos estétas e me contratam definitivamente. Para me auxiliar, um bom acessor de portugues , versado em ingles. Valeu? Mas sem Duchamp o mundo das “artes plasticas” seria muito pobre; que merda da designação…. Contradição? Não mesmo. AZ 2009
October 25th, 2009 em 4:28 pm
ANTI-ARTE é o caralho….AZ
October 27th, 2009 em 6:41 pm
Estive dizendo outras coisas, fora do eixo dentado contemporãneo, que só vai pra frente com a energia concentrada nestes pensamentos direcionados pelo saber. Mas é sempre assim, dá um frenesi no computador e o que estavanmos pensando desaparece; depois volta transformado em outros achados. Ou invenções estéticas visuais assinadas por terceiros. Esrte chá tem isto , os amigos se chegam na mesa e servem-se à vontade com as coisas de nossa alma. Já identifiquei vários seguidores de nossoa blogs, porque faz parte desta prática, já estabelecida, a falta de ética e o vazio imaginativo; só copiam e aspiram, tomando seu lugar no assento intelectual das vazados críticos de arte repetitivos. Passo______Na verdade falava de Da Vinci. Invenção não pode ser repetida, só acrescentada com novos adendos futuros. Nosso gênio inventou os rolamentos, para rolar mais rápido…A mola espiral, para amaciar seu assento. E o mais incrivel: o volante, como nós o conhecemos. Só não inventou o automovel e a roda pneumática. Os artistas contemporãneos criaram alguma coisa com isto. os dois milhoões e novecents e noventa e nove boias, boiando na guanabara, como forma participativa de redescobrir o MAM, do RJ, e interliga-lo ao Disco Voador do Oscar, cheio de fungos alucinantes do tal satânico provedor de maravilhas inúteis, ali guardadas para a viagem maluca ao fundo de si mesmo. O outro pneumático reservei para mim, como idéia centrífuga de cortar uma reta em torno da Sociedade Anônima Circular Giratória Da Bahia da Guanabara. Aquele empreendimento realizado na Belgica, em 1897; levada às ruas de Paris, em 1898; e, finalmente, instalada ( já ‘Instalação?’ ) em frente ao Paço Imperial para me despedir da monarquia e receber a nova república com saldações melífuas. Eu e o Victor Meirelles, o caipira moderno das batalhas “heróicas do modernismo”, contra o “positivismo-acadêmico”_ contemporâneo_ do nosso querido Courbet Freudiano. O novo heroi do realiso POP-CIA, nascendo no fundo dos mares, coo fenix voador. Alguma quimera, novíssima, aspirando metano com a força de 999 trovões instigantes. Pois é, medir todos os lads das questões e depois achar quem possa guardar minha obra em qualquer destes dis ambientes priopícios , que não fedem nem cheiram. BEm, vamos ao chá…
October 28th, 2009 em 3:41 am
Tem vários erros, no texto alí em cima, que voces não me deram tempo de corrigir. Mas não faz mal, fico assim, porque assim seria…Mas se imaginarmos a cultura sendo tudo, e a anti-arte ao virar das esquinas, preste atenção: que poderá vir a valer devéras, se voce não bater no poste. Por isto siga o desenho. Como todos sabem, cultura é tudo, até a curva em linha reta faz jus à ela, que passa soberana pela boca da mais réles criatura. Por isto não temos como escapar do desenho, mesmo que não lhe faça sentido. Como este alvabeto abstrato designando coisas, e seus pentelhos enrolados a te proteger; de que mesmo? Pura arte , rascunhos de idéias estampadas diante de sua mente antenada, mas depois não vai dizer que não falei de anti-arte, depois de todos e de tudo. Eu sou a Anti-Arte- Global, porque vivo dentro dela, como atento que sou aos conceitos provectos. Apenas pinto; e voce pinta com meu pinto? Já perdi qualquer sentimento de autoria, porque este mundo é meu, como teu seria se voce se deixasse embalar pelo mundo que o cerca. O galego aprendeu, mas seus textos são arrogantes e sua dedicação é completamente inutil; apenas aprendeu bem uma lição: “é preciso lutar para vencer”. Basta voces olharem por ai , o desenho de minhas projeções inúteis. Faço conceituações, da mesma forma inúteis, quando descarrego o entulho de tantas idéias reprimidas. Por isto sempre sonhei em ser pintor de paredes, imortais, como os vampiros que tua alma penada, tanto suga. Az COLLECTOR DE SOMBRAS.
October 29th, 2009 em 8:24 pm
Voces insistem e passo a admira-los por isto; muito mesmo. Duchamp, como enxadrista, andou com seus ex-piões e me sinto totalmente a vontade. Na verdade estou doente. Bastante doente, mas não doentio. Este negócio de chá é foda, os ingleses enquanto colonizavam a India e a China, usavam a xícara, segurando-a elegantemente pelas azas, para não deixar escapar o pequeno conteúdo de suas manipulações. Um desenho enxadrista genial. Multiplicidade fantásticas de ambientes sonoros e cotidianos, que podem com alguma imaginação ilustras o ambiente propício ao processo de criação. Ou, de destruição, como aquela máquina de tortura ( A Colônia Penal ) descrita por Kafka, na sua narrativa visual de humor ultra-negro; alí estaria a arte? Existem dois caminhos, a serem percorridos, um o do domínio técnico na construção da “linguagem artística”, o outro, o da intuição no uso absoluto da criatividade.Tudo isto impressiona muito, ao imtelectual capado, mas para nós ficam dúvidas. A criatividade dispensaria o conhecimento adquirido? Mas o resultado da criatividade liberta, não necessita, usualmente, do aval da crítica especializada com suas formulações a tanto tempo sendo desenvolvidas? Porque tanto texto defensivo. Ao sorver meu chá, vejo a minha alma. E tem consequências, se temos alto- crítica. Meu mundo interior è feito de imagens. Apenas uma única vez eu sonhei um texto completo, que não eram diálogos, mas um conto, no canto da mémoria esquecido; quando acordei… Sou feito de imagens culturais construidas. Mas todas, arté as mais acadêmicas, são tangidas por conceitos adquiridos. O que não acontece diante do espanto das imagens de William Blake, ou de um pequeno quadro de Brueghel, que observei em Zurick, como se adentra-se num filme. Pois é, mas sei apreciar uma flecha, em sua direção partindo-se. AZ COLLECTOR Rj 29/10/2009
October 29th, 2009 em 8:31 pm
Gostaria de poder corrigir todos os erros, nestes meus textos, mas não sei como faze-los. AZ, FUI…
October 31st, 2009 em 1:24 pm
Saara: Vitrine Do Real_____Saara é uma região comercial do Rio de Janeiro. Seus seculares sobradões, no centro da cidade, agregam hoje o caos visual das globalizadas quinquilharias civilizatórias e as mutações das luzidias lantejolas passageiras…Seduzido pelas evidências da megalópole empobrecida, deparamo-nos com esta atualíssima miragem do povão: a continuidade fugaz de seu cintilante consumo de mau gosto. Dispensável para a limpeza estética da economia, mas fundamental para o impulso vital da criatividade sem dono. É a purpurina pós moderna, dando Vida REAL à selvagem amostragem social…
Motivado pela volúpia da arte militante anônima, desenvolvi novo trabalho de comunicação _ Saara Vitrine do Real. Dirijo-me à Santa Catarina reunindo idéias e imagens de duas outras mostras anteriores. A primeira _ Desenho: Estrutura Multiforme De Todas as Coisas, no Sesc de Petrópolis (97), costatei a presença indispensável do desenho…em todas as coisas. A segunda _ O Principe das Trevas _ , no Centro Cultural Candido Mendes (98- RJ, reciclei meu passado criativo periférico; substituindo obras originais, dispersas entre colecionadores, por fotos, xerox e outros documentos sobrepostos graficamente em múltiplos e contínuos processos de interpretação. Minha idéia é reunir toda esta produção recente em uma única e abrandente exposição . Distante do Oásis Fugaz do Saara, mas muito próximo de sua emoção. AZ- Fundação Cultural De Blumenau- SC 6/8/1998.
Enfim é o que continuamos a fazer em nosso Site_ Big Blog, e, aquí, servindo meu chá com Duchamp. Com muito sal e pimenta. O açucar vou destilar aos poucos, para não choca-los com meus erros grosseiros e poder, assim, conquista-los em nossa viagem ao sabor dos novos tempos-ventos; da Internet e do Google. RJ BR 31/10/2009.
November 1st, 2009 em 12:57 am
Ventava sem parar. Que dia sinistro para se comunicar. A viagem inteiramente perdida, no entanto, continuava levando-nos para aqueles lugares de extranhamento esquecidos. Com a nuvem de pó, que se aproxima com minhas lembranças, eu pretendo estar indo ao encontro do Marcel; nosso propósito admitido, mas diferenciado de todo comportamento fechado em si mesmo. Um momento único, na construção de uma idéia estética de ruptura e encantamento. Algumas galinhas assustadas procuravam espaço na minha mente. Se não eram o que estão pensando em nossa narrativa, formava-se, como um todo, um redemoinho inusitado de folhas desprendidas e passantes. Tenção no ar; Goeldiano. As incisões profundas de xilografia cortavam no ar o momento em que acabara de bater a colher de pedreiro. Finalizava a tarefa do dia, com um muro a prumo composto. Não haveriam mais dúvidas à projetar sobre o que estava acontecendo. Um furacão, de vento quente e profundo, vinha de longe levantando poeira muito rapidamente…O silvar era de Jararacá, muito comum na região, mas a força era de um caminhão voador, e sem direção. O céu, que durante todo dia transparecia cores mutantes, tornara-se sujo, de um cinza de nanquim em aguadas opacas e ameaçadoras. Mas tudo isto foi por um instante, e como veio passou. Como se fossemos eu e minha realidade circundante, apenas transparentes, como uma vidraça, ou, uma outra dimenção. Inexoravelmente passou sobre minha obra ainda fresca. A coisa cortou o local com sua foice e continuou seu risco ritual, de sustos, zumbidos e cacarejos perdidos no nosso Sítio do Mato Brabo, em Saquarema. É chalaça, a danada da cachaça, ou verdade verdadeira? De tempos em tempos, isto acontecia, mas ja fazia anos que não vinha. A Mangueira rangiu e seu tronco foi partindo-se. Ouvi seu lamento, mas, aos poucos tudo foi clareando. Minha obra acabada, aquele pedaço de muro, o dia todo labutado, havia, sim: desmoronado… Isto me remete ao fazer artistico; e a ilusão de perenidade, nas paredes. “Readymades”, quem ri por último. E era isto, que o Tonho, um “muleque” que ajudavamos a criar, fazia. Passado o susto todos riam; a familia da caseira, minha ex-mulher Cecilia, e até os cachorros, cabras e passarinhos. Todos riam. Alegria e felicidade. Para voce meu filho Pedro, que hoje_ 31/10/2009_ faz 17 anos, dedico esta obra estética filosófica. AZ Collector. The End. RJ BR.
November 2nd, 2009 em 8:14 pm
O Método Kodály, transposto por Villa Lobos para nosso canto orfeônico, passava ao largo do Lulu Palavrão. Boca suja de adjetivos, nunca conseguiu sofejar, nem o mais simples “solfejo relativo”. Continuou assim, pelas vias de fato, chingando e praguejando contra a danação de sua vida. Um carma muito pesado, pois nasceu taurino, teimoso, desbocado e rixento, como um filho da mãe convicto. Nos trilhos, os cacos de vidro viravam cerol. Os da “gillete” brilhavam ao sol, oferecendo barriga para nossa linha. Seria já a anti-arte prematura, anunciando o fim da guerra com rabiólas nacionalistas? Desta forma compreendiamos o mundo. Filhos da Puta. Me tornei um terror, riscando tudo. Cadernos, livros e muitos palavrões. Meio portugues, meio certo, mas tudo errado para adultos e a família. Assim foram-se acumulando imagens tensas, mas inesquecíveis. Tentou-se acertar, mas as arte-manhas sempre foram mais fortes e puxavam o torto para cortar a linha. À flôr da pele, ferida exposta, sua onda crescia em tôrno de si mesmo. Era de sua sina, a contestação do poder da lógica, insustentável, absoluta. Àcima de si, só a revoada dos pombos da Lavanderia Confiança.
Aos milhares, aqueles pedacinhos de papel colaram no amor próprio; pelo Brasil. Mesmo assim: riscos de tábuas, latão amassado no desamasso, ao desalinho da serventia. Uns sobre os outros, na vertigem das cores estampadas sobre formas de produção as mais perversas deste mundo. De repente o fogo entra em cena e passa, porque tudo passa. E desaparece como trovão de pregos e armadilhas. Tudo elaboradamente refletido na gente presa ao asfalto, de tanto ganho fixo, fora taxas e impostos incisivos sobre nós refletidos. Desafortunada forma de expressão linguística, que do céu, aqui vos desce, como arte contemporânea e irradiação expontânea; sem causas e efeitos maiores de mudanças num porvir menos assustador. Deletério fato cultural, que não abre mão dos seus direitos de fuder com tudo. Enfim: todas as idéias, projetos, formas e princípios, que foram criados para uso fruto de “nosso amor sem fim”, hoje, se esgotam, ao massacre de nosso olhar sobre a mídia. Quanto mais visto, mais valor destacadamente é auferido. AZ Collector.
November 2nd, 2009 em 8:31 pm
O Método Kodály, transposto por Villa Lobos para nosso canto orfeônico, passava ao largo do Lulu Palavrão. Boca suja de adjetivos, nunca conseguiu solfejar, nem o mais simples “solfejo relativo”. Continuou assim, pelas vias de fato, xingando e praguejando contra a danação de sua vida. Um carma muito pesado, pois nasceu taurino, teimoso, desbocado e rixento, como um filho da mãe convicto. Nos trilhos, os cacos de vidro viravam cerol. Os da “gillete” brilhavam ao sol, oferecendo barriga para nossa linha. Seria já a anti-arte prematura, anunciando o fim da guerra com rabiólas nacionalistas? Desta forma compreendiamos o mundo. Filhos da Puta. Me tornei um terror, riscando tudo. Cadernos, livros e muitos palavrões. Meio portugues e meio certo, mas tudo errado para adultos e a família. Assim foram-se acumulando imagens tensas, mas inesquecíveis. Tentou-se acertar, mas as artimanhas sempre foram mais fortes e puxavam o torto para cortar a linha. À flôr da pele, ferida exposta, sua onda crescia em tôrno de si mesmo. Era de sua sina, a contestação do poder da lógica, insustentável, absoluta. Ácima de si, só a revoada dos pombos da Lavanderia Confiança.
Aos milhares, aqueles pedacinhos de papel colaram no seu amor próprio; pelo Brasil emporcalhado. Mesmo assim: riscos de tábuas, latão amassado no desamasso, ao desalinho da serventia. Uns sobre os outros, na vertigem das cores estampadas sobre formas de produção as mais perversas deste mundo. De repente o fogo entra em cena e passa, porque tudo passa. E desaparece como trovão de pregos e armadilhas. Tudo elaboradamente refletido na gente presa ao asfalto, de tanto ganho fixo, fora taxas e impostos incisivos sobre nós refletidos. Desafortunada forma de expressão linguística, que do céu, aqui vos desce, como arte contemporânea e irradiação expontânea; sem causas e efeitos maiores de mudanças num porvir menos assustador. Deletério fato cultural, que não abre mão dos seus direitos de fuder com tudo. Enfim: todas as idéias, projetos, formas e princípios, que foram criados para uso fruto de “nosso amor sem fim”, hoje, se esgotam, ao massacre de nosso olhar sobre a mídia. Quanto mais visto, mais valor destacadamente é auferido. AZ Collector.
November 2nd, 2009 em 11:58 pm
AZ COLLECTOR È UMA MARCA. Que já deu alguns clones parecidos. Aqueles pedacinhos de papel tinham dono e regozijo, e mais: tinham direção. Um Ato Cívico. Cabe a pergunta, aonde foi que nós erramos? Mas isto é arte? Jogar papel picado me parece contemporâneo, embora sendo coisa do passado massivo, de ontem. Morrer por compulção incontrolável, descer a escada sem necessidade, ou pensar um futuro triumfante….? pelo que os cientistas estão dizendo, é melhor começar a pensar e AGIR AGORA.
Marginal é o caralho. Mineirinho matava Malandro. A malandragem carioca tinha uma ética, até rígida. Não adimitiam arma de fogo nas interações sociais. Arma de fogo era coisa de covarde, porque tudo tinha de ser na mão. Por princípio. Para começar, Mineirinho, ( pré-pós guerra ), neste fluxo de emoções mais aterrorizantes, começou a matar Malandro: com sua 45. Fascistóide, futurista, sua alma atravessou o tempo e se apresenta ao público. Que Deus o tenha guardado no coração. Mas voces é que mandam…Niguem constroi mitos. A coletividade sim. Heitor dos Prazeres é um grande Mito e foi Malandro_Cartola também_ fora o Delegado, Mestre Sala da Mangueira, das maiores tradiçoes da velha malandragem _ do tudo na mão_ e dos domingos da Quinta da Boa Vista, onde se reuniam os malandros com suas familias. Coisa muito séria. De respeito. Como Lulu Palavrão, a bricadeira era tirar meleca do outro. Ou sejá: porrada de mão. O alvo era o nariz: tirar sangue. Mas sem ficar muito aporrinhado com isto. Mas descer o gramado, bem cuidado, montado numa folha de palmeira tinha que ter coragem. Seria, uma performance, o gingado do malandro ? E ser passista, gente para com isto que eu esculhambo. Eu tenho nosso amigo sambando ( super 8 ) e digo, com toda certeza: Cadeira Dura, fica com geito de gringo, quando está começando na malícia da capoeira. Olha que eu registro o mundo da periferia, desde 76, então sei ver. Qualquer dúvida: – vamos pogar na manha, eu bato voce apanha… AZ RJ BRASIL
November 3rd, 2009 em 7:10 pm
Como não tenho acesso aos mecanismos de restauração e correção destes textos, aqui publicados, estou pensando cortar o link que leva-nos a estes textos truncados. Ficamos assim, fora de nossos blogs, mas perenizados com Duchamp-manias em sua “arte conceitual”. Se conseguirmos reverter tanta idiotia ( minhas ) com alguma coisa que preste, eu voltarei para a visibilidade. Do contrário fico invisivel mesmo, já que grande parte das coisa já corrigidas, não puderam ser postadas. Não é muito facil, já que trabalho diretamente nas paginas aqui postadas; sem o word, que seria o caso, e onde poderia deixar as idéias assentarem sobre o texto definitivo. Mas sou o próprio erro. Se pressionado, erro tudo mesmo…só lamento muito. Se pudesse começaria a viver novamente, mas desde o início, porque a partir de agora, já são muitos os pretextos para me deletarem da vida social. Se bem que, na verdade, sou um vitorioso tendo superado todas as minhas compulções com drogas e suas circunstâncias repetitivas. Mas tomo remédio para dormir; que droga….Venha a nós o vosso reino, que já estou cansado te esperar. O Celestino Ignácio de Souza preparou a meu pedido e a muito tempo, um delicioso informativo sobre nosso Marcel Duchamp; mas com tantas mudanças, nos últimos anos, este texto ficou perdido em alguma das três malas ainda repletas de documentos vivos e inusitados, desta minha vida torta. Pois é, tiramos uma mudança de um caminhão, que depois…não coube na Van de Lotada. Não precisa vir xeretar meu computador imaginístico, se voces puderem que me ajudem, pois minha idéia é publicar tudo e muito mais: as coisa que voces imaginam desenvolver, após redescobrirem o nosso rumo; penso. Aprofundem e me avisem, que eu”linco”, mas não me venham com aquela cara comprida de ladrão de galinha que não gosto…. E também não gosto nada do gênio das ampulhetas rodrigueanas, descobridor sádico de comunas naquele virus ancestral, que sempre fez parte das escrituras sagrads dos povos de antigamente , bem antes do Nú Descendo A Escada_ Futurista; ou, do nosso gênio de “proveta global”. Na minha mente insana e mediocre, de vira-latas velho e decadente, mas em restauração, pós traumática, habita um Lobo…que morde; ainda que não se force, o seu ser. Por instinto e reflexo. Principalmente a bunda mole dos basbaques, obliterados para a super%ação. AZ. RJ. BR 3/11/2009.
November 3rd, 2009 em 7:48 pm
AGORAxIM: ACABEI DE DESCOBRIR UMA COISA MUITO INTERESSANTE SOBRE _ a possibilidade de_ COMUNICAÇÂO VISUAL E ESTA PUBLICAÇÂO AQUI DISPONÌVEL > MAIS ADIANTE EXPLICO TUDO E VOU TIRAR PARTIDO DOS MEUS PRÒPRIOS ERROS POR ACASO, O OCASO, COM A MONOTIPIA DECORATIVA FOI INCORPORADO aosMEUS PAPOS SOBREos DESENHOS DO PASSADO>MANCHAS DE NANQUIM E JATOS D’AGUA ANTES DA SECAGEM PÓSTUMA. POR TU. NO= REMANSO=MILONGUEIRO=Das-aguadas-vivas_CaputQosPARIU. AZ RJ BR 2009.
November 4th, 2009 em 2:12 pm
Morre hoje_ quarta feira-4/11/2009_ para mim, o Papa da Amtropologia Moderna. Apenas marketing e frase feita, que nos rincões abissais não fazem diferença alguma. Segue a Rainha. Já que, o culto ao outro, se transforma costantemente. E não tem demonstrado nenhuma interrupção, naquele nada social, já mapeado pelos satélites da inteligência artificial. Questões de estratégia da geo-política. Mas somos románticos: um olho para trás o outro para frente. O bicho solto, que com este fato, a morte, me leva ao surrealismo de Le Breton e Max Ernest.
Lá no fundo das cavernas belo letristas, me remeto à minha juventude tensa e me vejo diante do Magno repetidor, sentenciando: depois de Marcel Duchamp ( pré-conceito informativo, acumulativo ) as artes plásticas acabaram. E eu só tinha aquilo, mas devia ter ouvido o amigo…Mas depois do Bispo do Rosário, a pisicanagem foi pra casa do caralho; só falta escolher o buraco…Fora que, Duchamp ao imaginar detonar o processo acadêmico, na verdade, estava contribuindo para construção de outro feixo de luzes. E um saber não menos pomposo e arrogante_ às X 171. Mas um mergulho também interessante. Eu gosto muito e implico com “o artista mais importante de sua geração”, Arthur A. Barrio. Geração do choque absoluto. Não a do Magno, que escafedeu-se naqueles labirintos da última geração da ENBA ( 68/74 ).
Lévi Strauss se despede de todos como um intelectual que formou-se com o acumulo de informações acadêmicas. Mas pulou o muro institucional e foi cair no nada, no vazio, o outro.
Seu choque solitário, diante de todo seu conhecimento foi perturbador: “nos cerrados ingratos do Brasil Central, quantas vezes não tive a impressão de estar jogando minha vida fora”. Do nada surge então: “Tristes Trópicos”. Citado pelo Caetano Veloso, que confirma ser o Magno, um ótimo condutor de almas. Nós merecemos esta acolhida coletiva…
Mestre Caboclinho foi resgatado das ruas cariocas pela criatividade anônima, e pelas Tias Bahianas do Candomblé, ainda menino. Tornou-se, enfim, um Alabê dos Instrumentos de Percussão. Um Homem Santo_ opinião de gente do meio. Sua tragetória na MPB é longa. Vai desde Elizeth Cardozo à Elis Regina e Gal Costa. Passa por Horlando Silva, Jorge Bem e desemboca em Pedro Luiz e A Parede.
Um dia eu perguntei ao amigo: voce que já acompanhou o Hermeto Paschoal, artista de criatividade transbordante, acredita que ele poderia levar o ritimo percussivo do Candomblé e da Umbanda?
Com postura humilde, me respondeu, “acho que não, porque aí o que conta é o conhecimento real, matemático, rítmico e ancestral. Alí a criatividade não conta, se voce erra o toque do santo, no terreiro, ele encarnado para a festa e te dá um esporro. Na umbanda é mais facil porque o santo desce te avisando. No camdomblé é mais sutil… Mas, de todas as formas, não se pode errar nunca, e são horas de munheca batucando.” AZ RJ BR.
November 4th, 2009 em 8:18 pm
Tive de parar o que estava escrevendo. Quantas vezes na vida tive que mudar de rumo. Até no meu trabalho básico é assim, quando retorno já entrei em outra e me vejo com sentimentos estranhos; triplos ; quadrupedes; multiplicáveis. Como extra-terrestes, que se agarram ao dicionário para desvendar minha apropriada lingua.
Mas é muito facil para mim, identificar um intelectual meramente acumulativo; pelo excesso, de cacoetes normativos, dando pinta de sabido. Normalmente é saco vazio, voando sem direção, salva-se pela aparente segurança e a falta de atenção com o tolo; que o expreita fora do seu círculo ambivalente de reflexão. Ou seja: para ser entendido é preciso emprenhar o ouvido de um igual. Só fala com desconhecidos o virtuoso cidadão tomado pela curiosidade pública. Por isto vamos escolher voce “pra pato” e leva-lo a reconhecer um ser intuitivo, como eu. Todo dia acordo e parto do zero. Nunca tive calma para bisbilhotar a paz, apenas me identifico com o zumbido no ar e continuo em frente. Te aguardando diante do abismo do saber.
É o caso agora, porque nesta proposta com Duchamp não podemos cometer erros. Não temos como concerta-los, e meu teclado esta falhando nos erres e nos és. Há muitos anos eu li que, citado numa antologia poética, constava uma poesia de grande mito do século passado, um verdadeiro herói: Ho Chi Min ( sai assim porque não vai dar para consultar o Google, se não eu danço. ) Aquele lider vietinamita, que esteve no Brasil e que, quando foi preso na China, fez-se passar por chines. Sua poesia?= O CIGARRO. Passei anos pensando nesta idotia: O Cigarro? Anos depois, me veio a clarividência. Era um desenho, em um outro idioma e com outro alfabeto. Fechado?
Fiquei “bolado”, mas não me dou por vencido. Captar Lévi-Strauss é entender o outro , o superlativo, e sair do zero para dentro de nós mesmos. É rever o surrealismo a partir da Arte- Bruta, e de Gauguin com o Manifesto Primitivista, do século 19, ou do Cubismo de Picasso, do século 20, com a tridimencionalidade das primitivas mascaras africanas. Mas Gaudi aproveitou o fazer coletivo, atravessou 3 séculos e fez de tudo, em uma obra, em aberto, ainda, até ser atropelado por um bonde nos trilhos. Em linhas paralelas…
Segundo O Globo ( 4/11/2009 ) Lévi-Strauss legou ao mundo as seguintes obras: O Suplício de Papai Noel; Antropologia estrutural; Mitologia 1: O cru e o cozido; Mitologia 2: Do mel às cinzas; Mitologia 3: A origem dos modos à mesa; O pensamento selvagem; Tristes trópicos; Saudades de São Paulo; Olhar, escutar, ler; Saudades do Brasil; Histórias de Lince; Minhas palavras; As estruturas elementares do parentesco.
Sendo assim, assim ficamos, espero que sem grandes equívocos. AZ Collector – RJ BR – 4/11/2009.
November 4th, 2009 em 8:30 pm
Tive de parar o que estava escrevendo. Quantas vezes na vida tive que mudar de rumo. Até no meu trabalho básico é assim, quando retorno já entrei em outra e me vejo com sentimentos estranhos; triplos ; quadrupedes; multiplicáveis. Como extra-terrestes, que se agarram ao dicionário para desvendar minha apropriada lingua.
Mas é muito facil para mim, identificar um intelectual meramente acumulativo; pelo excesso, de cacoetes normativos, dando pinta de sabido. Normalmente é saco vazio, voando sem direção, salva-se pela aparente segurança e a falta de atenção com o tolo; que o expreita fora do seu círculo ambivalente de reflexão. Ou seja: para ser entendido é preciso emprenhar o ouvido de um igual. Só fala com desconhecidos o virtuoso cidadão tomado pela curiosidade pública. Por isto vamos escolher voce “pra pato” e leva-lo a reconhecer um ser intuitivo, como eu. Todo dia acordo e parto do zero. Nunca tive calma para bisbilhotar a paz, apenas me identifico com o zumbido no ar e continuo em frente. Te aguardando diante do abismo do saber.
É o caso agora, porque nesta proposta com Duchamp não podemos cometer erros. Não temos como concerta-los, e meu teclado esta falhando nos erres e nos és. Há muitos anos eu li, citada numa antologia poética, que constava uma poesia de um grande mito, do século passado, um verdadeiro herói: Ho Chi Min ( sai assim mesmo, não vai dar para consultar o Google, porque se não eu danço. ) Aquele lider vietinamita, que esteve no Brasil_ como marinheiro?_ e que, quando foi preso na China, fez-se passar por chines. Sua poesia?= O CIGARRO. Passei tempos pensando nesta idiotia: O Cigarro? Muitos anos depois, me veio a clarividência. Era um desenho, em um outro idioma e com outro alfabeto. Fechado?
Fiquei “bolado”, mas não me dou por vencido. Captar Lévi-Strauss é entender o outro , o superlativo, e sair do zero para dentro de nós mesmos. É rever o surrealismo a partir da Arte- Bruta, e de Gauguin com o Manifesto Primitivista, do século 19, ou do Cubismo, de Picasso do século 20, com a tridimencionalidade das primitivas mascaras africanas. Mas Gaudi aproveitou o fazer coletivo, atravessou 3 séculos e fez de tudo, em uma obra em aberto, ainda, até ser atropelado por um bonde nos trilhos. Em linhas paralelas…
Segundo O Globo ( 4/11/2009 ) Lévi-Strauss legou ao mundo as seguintes obras: O Suplício de Papai Noel; Antropologia estrutural; Mitologia 1: O cru e o cozido; Mitologia 2: Do mel às cinzas; Mitologia 3: A origem dos modos à mesa; O pensamento selvagem; Tristes trópicos; Saudades de São Paulo; Olhar, escutar, ler; Saudades do Brasil; Histórias de Lince; Minhas palavras; As estruturas elementares do parentesco.
Sendo assim, assim ficamos, espero que sem grandes equívocos. AZ Collector – RJ BR – 4/11/2009.
November 4th, 2009 em 8:56 pm
MAS QUE MERDA REPETITIVA. VOCES ESTÂO DE SACANAGEM, BRINCANDO, OU QUEREM QUE EU ERRE PARA ME DEIXAR MAL? QUAL É, NÂO CONSIGO ENTENDER. NÂO DÀ PARA ORIENTAR QUEM ESTA POR FORA? O OUTRO, OU VOCES FICALM AÌ, À GIRAR NESTE ARO DO DAVINCI. COM LICENÇA DA MÀ PALAVRA< MAS È FODA…..AZEBRA_RJ_BR
November 4th, 2009 em 8:58 pm
FUI….4/11/2009
November 4th, 2009 em 9:06 pm
POR ACASO VOCES ESTARIAM APELANDO PARA TIRAR MINHA RAZÃO VALEU CABRON. ATÈ + VER. EU< AZULAR NÂO VOU. AZ RJ
November 4th, 2009 em 9:37 pm
QUERIDA DANI_CAST ME DESCULPE AS GROSSERIAS< MAS NÂO DA PARA VIVER ASSIM. QUERO CORRIGIR OS ERROS COMETIDOS. OK? ALZALU. SE NÂO FICAMOS ASSIM. AZ???????????????????
aloysiozaluar@hotmail.com
November 5th, 2009 em 2:06 pm
Finalmente caiu a ficha, estou brigando comigo mesmo. Meio constrangedor, este vexame, mas competidores gostam. Voces acham que sabem mais sobre estas coisas: duchampi-mania, revolução cultural, no sistema extra-muros, e tecnolôgia, mais do que eu? Estou fora de alcanse, e não vou entrar na linha do tiro, porque hoje o inimigo competidor, que já está passando da idade é arrogante, preconceituoso, e afirmativo. Reafirmando convictamente tudo aquilo que haviamos a tanto tempo renegado. Curioso isto. Sã os novos reacionários afirmativos, babando o saco do sistema negativo. Mas estou calmo para receber meu amigo desconhecido. Az Rj Br