Saturday, May 17, 2008

Similar minds, again

Volta e meia eu caio nesses links de testes do Similar Minds. Dessa vez, fui parar lá graças a um link postado pela Katemari. Só para aproveitar o passeio, resgatei um link que gosto muito, que traz os testes do modelo MBTI, o qual acho mais interessante do que o eneagrama, apesar de respeitar e admirar muito o modelo eneagrama (tem umas coisas acontecendo ultimamente envolvendo o eneagrama que são bastante impressionantes).
Mas falemos do teste que a Kate postou. Deu isso:

Brain Lateralization Test Results

Right Brain:
(60%) The right hemisphere is the visual, figurative, artistic, and intuitive side of the brain.
Left Brain:
(48%) The left hemisphere is the logical, articulate, assertive, and practical side of the brain

Left brain dominant individuals are more orderly, literal, articulate, and to the point. They are good at understanding directions and anything that is explicit and logical. They can have trouble comprehending emotions and abstract concepts, they can feel lost when things are not clear, doubting anything that is not stated and proven.

Right brain dominant individuals are more visual and intuitive. They are better at summarizing multiple points, picking up on what’s not said, visualizing things, and making things up. They can lack attention to detail, directness, organization, and the ability to explain their ideas verbally, leaving them unable to communicate effectively.

Are You Right or Left Brained?
personality tests by similarminds.com

O ego agradece.

Tem uma pessoa tomando chá sozinha... em “Similar minds, again”

  1. Erwin Maack bebe chá e diz:

    Right Brain |||||||||| 38%
    Left Brain |||||||||||||| 60%
    Esse foi o resultado que obtive. Levado por uma curiosidade que não me é muito habitual, quis averiguar o sentido mais geral desses testes. Já havia feito alguns e com esse o resultado mais uma vez foi confirmado.
    Tenho um desenvolvimento do outro lado do hemisfério cerebral, se comparado ao seu e sou mais ou menos parecido, na questão do gosto, da sensibilidade, do que é feio e do que é bonito.
    Como poderíamos explicar essa diferença ?
    Nós, bípedes implumes, somos absolutamente intrigantes e inclassificáveis. Aliás, isso não é maravilhoso ?
    São paradoxos que desafiam os estudiosos. Classificar, catalogar, dividir, contar são verbos utilizados desde o anúncio do fim de Baltazar, e que até hoje nos maravilham, mas não nos explicam. Vou me ajudar no Balzac para expressar o que senti: “As faculdades não são o resumo do homem, nada no homem é absoluto.”
    Ah, para dar a dúvida seu benefício acrescento uma última possiiblidade: respondi equivocadamente, o que não está fora de cogitação.

Beba o chá e fale alguma coisa: