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	<title>Comments on: Similar minds, again</title>
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	<description>"because madness is your special friend"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 03:33:17 +0000</pubDate>
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		<title>By: Erwin Maack</title>
		<link>http://www.havesometea.net/MadTeaParty/archives/73#comment-119</link>
		<dc:creator>Erwin Maack</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2005 20:26:37 +0000</pubDate>
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		<description>Right Brain	&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;	38%
Left Brain	&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;&#124;	60%
Esse foi o resultado que obtive. Levado por uma curiosidade que não me é muito habitual, quis averiguar o sentido mais geral desses testes. Já havia feito alguns e com esse o resultado mais uma vez foi confirmado. 
Tenho um desenvolvimento do outro lado do hemisfério cerebral, se comparado ao seu e sou mais ou menos parecido, na questão do gosto, da sensibilidade, do que é feio e do que é bonito. 
Como poderíamos explicar essa diferença ?
Nós, bípedes implumes, somos absolutamente intrigantes e inclassificáveis. Aliás, isso não é maravilhoso ?
São paradoxos que desafiam os estudiosos. Classificar, catalogar, dividir, contar são verbos utilizados desde o anúncio do fim de Baltazar, e que até hoje nos maravilham, mas não nos explicam. Vou me ajudar no Balzac para expressar o que senti: "As faculdades não são o resumo do homem, nada no homem é absoluto."
Ah, para dar a dúvida seu benefício acrescento uma última possiiblidade: respondi equivocadamente, o que não está fora de cogitação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Right Brain	||||||||||	38%<br />
Left Brain	||||||||||||||	60%<br />
Esse foi o resultado que obtive. Levado por uma curiosidade que não me é muito habitual, quis averiguar o sentido mais geral desses testes. Já havia feito alguns e com esse o resultado mais uma vez foi confirmado.<br />
Tenho um desenvolvimento do outro lado do hemisfério cerebral, se comparado ao seu e sou mais ou menos parecido, na questão do gosto, da sensibilidade, do que é feio e do que é bonito.<br />
Como poderíamos explicar essa diferença ?<br />
Nós, bípedes implumes, somos absolutamente intrigantes e inclassificáveis. Aliás, isso não é maravilhoso ?<br />
São paradoxos que desafiam os estudiosos. Classificar, catalogar, dividir, contar são verbos utilizados desde o anúncio do fim de Baltazar, e que até hoje nos maravilham, mas não nos explicam. Vou me ajudar no Balzac para expressar o que senti: &#8220;As faculdades não são o resumo do homem, nada no homem é absoluto.&#8221;<br />
Ah, para dar a dúvida seu benefício acrescento uma última possiiblidade: respondi equivocadamente, o que não está fora de cogitação.</p>
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