Thursday, January 8, 2009

'Blogsfera'

Careca?

Sunday, February 18th, 2007

Afinal, o que é que essa moça anda tomando?

Depois do polêmico vídeo que pipocou pelo Youtube, onde Britney Spears estava visivelmente “esquisita”, olha essa:

Britney Spears Careca

Britney Spears simplesmente entrou em um salão qualquer e mandou raspar a cabeça.
A notícia veio daqui: Brit Goes Bald: Inside the Salon! via Junk Culture.

Essa moça não está bem.

Valentine’s day - part II

Thursday, February 15th, 2007

Diretamente do PostSecret. Amor é uma coisa belíssima, o Postsecret, que geralmente é recheado de desabafos tristes e histórias de quebrar o coração, ficou cheio de esperanças, por causa da linda data.

Nothing

Strangers

Minha vez de contar um segredo (nem é muito secreto, mas enfim, ele não vai ler isso mesmo), eu tinha uma pessoa para quem eu queria mandar um cartão de Valentine´s. Mas ele preferiu desmontar mesas a sair comigo e aí, sinceramente, eu me decepcionei. A vida continua, a fila anda…

Falar mal de São Paulo

Thursday, February 15th, 2007

Acabei de visitar um blog que não conhecia. Perdi meu tempo à toa. Pena. A moça abriu um blog só pra falar mal de São Paulo.

Está cheio de não-paulistano que adora falar mal de São Paulo. Resolver os problemas de sua cidade nem passa pela cabeça, o negócio é malhar o paulistano, que AMA sua própria cidade, com todos os problemas que a cidade tem e não quer mudar de cidade de jeito nenhum.

Quem não é paulista e MORA em São Paulo adora falar ainda mais mal de São Paulo. Mas então, porque não ficou morando no local de origem? Porque o local de origem não é bom como São Paulo? Se o local de origem não é bom ou falta muita coisa, por que não tentou batalhar para melhorar seu local de origem ao invés de mudar pra São Paulo? Porque é mais fácil vir viver em São Paulo, certo? Certo. Boa atitude, né? Muito madura.

Vir morar em São Paulo e ficar esnobando, falando mal do prato onde come é mais fácil do que lutar para mudar o local de origem. É uma pena. Atitude besta, mas os paulistanos aguentam esses “estrangeiros mal agradecidos”. Fazer o quê, né? A gente tenta entender.

E eu, como boa paulistana, vejo todos os problemas da cidade, critico, mas tento entender e tento ajudar a resolver os problemas, dou a minha contribuição. E ainda recebo bem quem não é de São Paulo, porque vejo também os problemas no restante do mundo e sei como é duro viver em lugares não desenvolvidos.

Talvez um dia eu vá morar na minha amada Bahia. Ou no exterior. Mas enquanto eu moro em São Paulo, onde nasci e vivi a maior parte da miha vida, quando eu critico São Paulo, ao menos, é porque eu quero que a cidade melhore e não para me fazer de superior, como certos “estrangeiros” que falam mal da cidade, dos moradores, mas fizeram de tudo pra vir morar aqui.

alguém que não morreu

Saturday, February 10th, 2007

Essa é uma das histórias mais surreais que eu já li na internet. Não estou julgando a moça, até porque, como vocês sabem, eu também já estive louca e loucura é uma coisa de se respeitar, de se elogiar e nunca, nunca, tomar-se levianamente ou achar que não existe. A história de Meg faz com que eu considere meu próprio surrealismo (e até mesmo a minha loucura) uma brincadeira de criança, coisa de amador. Caramba. Estou impressionada e olha que bem poucas coisas no mundo me impressionam.

Update:
Falou a voz da sabedoria. E enquanto todo dia Primeiro de Abril a Alê anuncia sua morte, a gente por aqui comemora aniversário.

Update2: Mais vozes da sabedoria

- O Marmota
- Luciana do Cintaliga
- Milton Ribeiro
- Denise
- a Cora e os comentaristas do blog dela, em acalorado debate
- uma excelente análise no Palavras Dispersas de onde vem essa pérola de sabedoria: “deveríamos, sim, passar mais tempo com nossos amigos reais, em ambientes reais, seríamos mais felizes”.
- a impagável e sensata Zel: A Zel é genial, a análise dela é a mais racional de todas. Eu já convivi com stalkers de internet e malucos online, a gente sempre deve mesmo manter distância segura.

E uma curiosidade: a história toda contada em um canal de notícias chamado Global Voices.

Nunca li o blog da Meg, estive por lá uma vez, dei uma lida, mas não voltei. Confesso que achei desinteressante, superficial, açucarado e muito cheio de rosinhas para o meu gosto. Estive lá agora esses dias, quando vi essa polêmica no Ina, mas não dá mais pra ler muita coisa - o que tem por lá continua desinteressante e cheio de rosinhas. Pena. Queria compreender o que é que atraiu tantas pessoas.

O que chamam de “desequilíbrio afetivo-emocional” é complexo. Eu já morri algumas mortes, eu entendo o que é sentir-se morrer - e estou feliz de ainda estar aqui. Mas eu me tratei, quando foi necessário, vejam bem. Maluquice tem tratamento e dá pra melhorar. Eu perdôo gente louca - até porque eu também sou louca, certo? - mas não perdôo quem não tem a menor vontade de se tratar. Querer ser um ser humano melhor, intelectualmente melhor, saudavelmente melhor, é a maior das ambições humanas.

Desejo melhoras à Meg e espero que ela volte com o blog - ou não, faça como se sentir melhor. Nas palavras da própria Meg: “O blog, em sua continuidade, denuncia quem somos.(…) o blog é um ótimo índice de como somos realmente. Livro aberto pra quem souber ler.”

A nossa vida virtual denuncia quem somos.

Espero que as pessoas parem com as pedras. Deixa pra lá, crianças, a moça morreu (mesmo que virtualmente) e morrer é sempre uma coisa muito triste e complicada.

Histórias semelhantes:
- Kaycee Nicole - tinha 19 anos e “estava morrendo de câncer”. Não existia. A história é contada por Mario Persona aqui.
- Plain Layne - era uma jovem gay com picantes aventuras sexuais. Acabou que o blog era de um homem.
- Belle de Jour - falso “diário de uma prostituta”
- Flashman - supostamente, morreu no dia do ataque ao World Trade Center. Era tudo falso.
- LonelyGirl15 - a primeira “personagem” criada no Youtube. Era um golpe de marketing.
- O caso Rute Monteiro, que ainda não está desvendado. As opiniões se dividem, entre quem acredita que a história é real e quem duvida.

Sobre Paulo Francis e sobre 40 anos

Tuesday, February 6th, 2007

Eu ia apenas postar um comentário no blog do Edward, mas o pensamento começou a ficar muito comprido. Os agentes de provocação da reflexão são um comentário que o Edward deixou por aqui e uma frase do Paulo Francis:

“Não existe nada que eu queira da vida. Atingi um nível de entendimento das coisas que considero satisfatório. Quer dizer, sei que sou ignorante, mas que tenho a base para deixar de ser naquilo que me interessar. O problema é que menos e menos me interesso por tudo. Considero programa ficar num sofá, sem fazer nada, nem lendo. A cabeça corre sozinha, forma conceitos, imagens, contradições, impressões, etc. Nada fica ou me estimula ao esforço de completar o sugerido ou iniciado. Será a menopausa intelectual dos 40 anos, ou uma forma (ainda) branda de esquizofrenia?”
- Paulo Francis

Aos 40 anos a gente passa por uma transformação. Você finalmente se ilumina. Acho que Buda tinha 40 anos. Descobrimos que a única coisa que vale a pena querer é viver, e isso atinge a gente de uma forma que todas as coisas que pareciam importantes anteriormente simplesmente desaparecem no ar. Só queremos ler os livros que ainda não lemos, escutar as músicas que mais gostamos, comer boas comidas enquanto ainda temos dentes e ficar olhando o amanhecer ouvindo maritacas ou o entardecer ouvindo buzinas de trânsito - aliviados porque estamos de banho recém tomado em uma varanda com flores brincando com uma gata preta e escutando NIN, e não presos no trânsito buzinando. Ah, sim, e o sexo é melhor que nunca, mas eu não falo sobre sexo, assim como não discuto política, porque geralmente quem fala de sexo é porque nunca faz e quem discute política ainda não entendeu que fé demais faz mal.

Eu sempre me admiro como existem pessoas capazes de se enfurecer com comentários inteligentes e sarcásticos - não é o caso do Edward, vejam bem, que me pareceu apenas puzzled - mas vejo muita gente suando e bufando no blog do ASS ou com as colunas do Mainardi. Mainardi é mediano - não faço parte da turma de macacas de auditório dele, acho apenas que o Mainardi fala o óbvio, algo como uma versão pós-moderna do “Rei está Nu”, enquanto que a maioria das pessoas ainda prefere elogiar as roupas do Rei ou brincar de avestruz. Eu me impressiono de como o fato do mundo ser uma meleca choca as pessoas. É isso aí, crianças, o mundo É uma meleca e muitas das coisas que vocês acreditam que estão fazendo para melhorar o mundo não vai dar em nada. Não se choquem com isso. Observem que todos os males do mundo existem desde que o ser humano pisou no planeta e se ainda não mudou nada é porque a melhor coisa que poderia acontecer ao planeta é a extinção da raça humana. Aí sim, o mundo vai deixar de ser uma meleca.

Mas me desculpem, eu me afastei do assunto.

Existe também a sabedoria de morrer na hora certa - isso é importantíssimo, embora seja subestimado pelos seres humanos, que passam uma parte da vida achando que são imortais, uma outra parte tentando se tornar imortais e uma outra parte tentando não morrer, a todo custo. Perda de tempo. Devíamos desfrutar mais a época em que somos imortais - eu tenho sorte, fui imortal até os 35 anos de idade e então, como eu já expliquei anteriormente, eu morri e essa morte foi libertadora - e então nos despreocupar e só fazer o que queremos fazer.

E se o Paulo Francis não queria fazer nada, então tá ótimo, porque pra quem não queria fazer nada, ele fazia até demais. E vai ver é isso mesmo, pra fazer muito a gente precisa primeiro não querer fazer nada. Paulo Francis soube até mesmo morrer na hora certa, morreu no auge da performance e deixou todos os inimigos embasbacados, “como é que você se atreve a morrer no melhor da festa, quando ainda tinha tanta coisa que podia falar e fazer? Em quem é que nós vamos bater agora, no Mainardi?”

Até nesse momento crucial da vida, quando saímos pela saída lateral da cena, ele soube fazer uma piada irônica, abandonando o palco com a casa lotada e deixando todo mundo pensando a respeito.

Pra completar o post, vou colocar uns comentários legais que achei em links alheios (com os respectivos links para vocês lerem tudo que os moços escreveram) e que considero extremamente apropriados:

“Notar também que, mesmo no ano mítico de 1968, ‘moças de família’ ainda não saíam normalmente em capas de revistas, muito menos sobraçando garrafas de uísque.”
- Na redação da lendária Diners, por Ruy Castro

“Realmente, não detesto a “bicha amarga”, como Caetano Veloso o chamou. Sinto sua falta. Comparados com ele, os Mainardi da vida são um saco, pois nunca arriscam-se de verdade. Ator medíocre transformado em temido crítico teatral, malsucedido romancista transfigurado em leonino crítico literário, Francis era notável provocador e hábil parodista.”
- A Ignorância de Paulo Francis, por Milton Ribeiro

“Compare Francis com Mencken, por exemplo: considerando tudo, Mencken era bem melhor do que Francis, e por um motivo ou outro escreveu vários textos sem aquelas referências datadas todas que aparecem aos pares e aos trios em cada linha de Francis. Mas hoje em dia ninguém, nem um pastor batista que seja, escreve um texto pra falar mal de Mencken. Já de Paulo Francis falam mal todos os dias. Todos os dias: consulte o technorati. Dez anos depois de morto e ele ainda irrita as bestas.”
- Paulo Francis, tirai-nos da jequice, por Alexandre Soares Silva

“Lendo as citações sobre ele na internet percebe-se que o jornalista e escritor dá lugar à caricatura, a um personagem histriônico sem alma. Desumanizaram Francis para atender a análises de seu caráter que, para tantos, define sua obra. A redução é uma forma tosca de má leitura ou desonestidade. O trabalho de Francis na TV Globo, como comentarista de assuntos internacionais, ajudou a formar essa imagem. Mas, sabemos, um barril de carvalho armazena, dá gosto e aroma ao melhor single malt. Cavalheiros não consideram, nunca, beber o barril.”
- Bruno Garschagen

“Francis tinha opinião sobre tudo. Sempre radical. E nunca tão cimentada que não merecesse ser revista.Improvisar? Para ele era tão natural quanto piscar.”
- Edney Silvestre

Update:

Rafael Galvão escreve um texto interessante sobre Paulo Francis:
“É curioso que Francis, que se antecipou aos blogs em 20 anos, pelo menos, tenha sido vítima de um fenômeno tipicamente blogueiro: o stalker, o desocupado que se dedica a um parasitismo deletério e obcecado, que alguns consideram uma espécie de homenagem e que outros, como eu, acham apenas um retrato pé-no-saco de uma mediocridade profunda. O stalker é um fã no espelho, aqueles espelhos de parques de diversões onde tudo é invertido e distorcido.”

E confira, no Youtube, um especial do Manhattan Connection na ocasião da morte de Paulo Francis.

5ecret

Tuesday, January 30th, 2007

“Every single person has at least one secret that would break your heart. If we could just remember this, I think there would be a lot more compassion and tolerance in the world”

“Cada pessoa possui ao menos um secredo que partiria seu coração. Se nós apenas pudéssemos nos lembrar disso, eu acredito que existiria muito mais compaixão e tolerância no mundo”

secret

PostSecret está concorrendo a QUATRO Bloggy Awards. Vamos lá votar e mostrar o quanto nós nos importamos.

Now Im not looking for absolution
Forgiveness for the things I do
But before you come to any conclusions
Try walking in my shoes
Try walking in my shoes

Tem mas acabou

Wednesday, January 10th, 2007

Não durou nada a pretensiosa proibição ao Youtube que a Cica moveu em ação judicial acompanhada pelo namorado, com direito a parecer de juiz, empresa de provedor web bloqueando o acesso ao Youtube, gente me telefonando desesperada - “a Cica conseguiu!” - protestos aos baldes no site da MTV, no Orkut, com petição online e até um blog de boicote, já! Os protestos foram tantos e aconteceram tão rápido que o juiz voltou atrás na decisão, meio que dizendo que foi tudo um mal entendido na forma como o tal parecer deveria ter sido executado e desculpe qualquer coisa.

A Cica chegou a dar entrevista choramingando que dessa vez a carreira dela vai pro vinagre - cadê o produtor da moça que não explicou pra ela que fazer sexo em local público pode acabar na internet e que se isso acontecer, o melhor é ficar quietinho fingindo de morto?

O carnaval aconteceu e desaconteceu tão rápido que quando eu li a respeito, a festa tinha acabado e só me sobrou ler um texto do Ina, onde está tudo bem explicadinho e de onde eu emprestei os links.

O episódio, ao contrário do que algumas pessoas insistem em dizer, com um jeitão de papo de jogador de futebol que perdeu campeonato, não fortalece a justiça coisa nenhuma, foi uma vã tentativa de censura e controle do incontrolável e causou uma reação tão rápida e avassaladora da população online que eu preciso tirar meu chapéu para a capacidade de organização e mobilização do brasileiro quando alguém tenta restringir o direito de uso e livre acesso da internet.

Ganhamos nós, que podemos continuar navegando em nosso oceano virtual caótico livres. Ainda de quebra, peguei um link engraçadinho no site do Ina e fiz um selinho:

Não é bonitinho? Adoro esses bichinhos.

Viva a internet, viva a liberdade de expressão.

Nota nada a ver: a música abaixo chama-se “The Becoming” e é daquele moço bonito que eu amo.

Esse chá agora tem gato

Tuesday, January 2nd, 2007

Pois é, o chá não tinha mais gato. Agora temos. Tá certo que a gata (por enquanto) é minúscula, mas é questão de tempo.

Mia Wallace

Fiz uma pesquisa. “Mia” em italiano significa “minha”. “Mia” em hebraico é um nome derivado de “Micaela”, que vem de “Miguel” e que significa “aquele que é igual a Deus”.

Tem um dedo quântico nisso, certo? Curioso como o nome da gata combina com o da Dona da Casa de Chá. Eu adoro coincidências.

(não sei se lembram, mas não fui eu que dei o nome à ela, foi a madrinha dela, uma das moças que a achou e cuidou dela na Bienal)

deviantART

Friday, December 29th, 2006

Eu nunca usei a minha conta no deviantART. Recentemente, comecei a usar. Afinal, vitrine nunca é demais. Mas, não é pra mostrar mais coisas minhas que resolvi escrever esse post. Vocês precisam ver as coisas lindas que tem por lá, isso sim. Então, convido-os a passear na minha lista de favoritos.

Diary of a old and bold man by 671k

nuevo centro by stanislasbook

Desumano

Saturday, December 23rd, 2006

Desumano

“A polícia acha que eu matei minha mãe. Eles têm certeza. Mas não é verdade. Porque eu mataria a minha própria mãe? Que coisa idiota, matar a própria mãe.”

A primeira coisa que eu preciso dizer é que eu gosto muito do livro da Olivia. O livro de Olivia é uma mistura de Hitchcok com Dostoievski e André Gide, só que muito melhor. É uma novela policial sem tiros, com um policial, para justificar o gênero, e duas mulheres, uma está morta, a outra está viva e se chama Luisa, que é um nome lindo.

A história não tem aqueles moralismos chatos de Dostoievski - ninguém devia ler russos, eles são terríveis, nos fazem chorar, perder a fé na humanidade e sentir culpa -, não tem gags óbvias de cinema de suspense - apesar de ter uma faca na trama - e tem o que eu considero a maior qualidade do livro, total falta de consideração com o leitor. O livro é desumano.

“Parece que foi há tanto tempo.”

Para completar o passeio, a menina sabe escrever. Tem estilo, percebe-se que ela saboreia as frases, pensa no que vai escrever, pensa na construção do texto, pensa na construção da trama, enfim, PENSA - algo raro nos tempos atuais onde a maioria dos chamados “novos escritores” só escrevem coisas chatas, parodiando antigos sucessos nacionais em livros que cheiram a um Nelson Rodrigues requentado com adição de escatologia.

“…deixando um gosto de parede na boca.”

Não tem nada rodriguiano no livro da Olivia, graças-a-deus. Também não encontraremos fedores putrefatos de ralos e outros modismos da linha “estorvo”. Olivia tem um estilo próprio de contar a história. Olivia faz o leitor brincar de gato e rato.

“Senti vontade de rir, mas me controlei.”

Um quebra-cabeças é proposto logo no início do livro. Temos uma mulher morta e alguém a matou. A polícia desconfia imediatamente do protagonista, mas ele não lembra o que aconteceu. Há sangue. Alguém deu uma pancada na cabeça dele.

“Só queria ficar em silêncio com minha dor de cabeça.”

A partir daí, começamos a tentar desvendar o mistério com o protagonista do livro. Quem matou a mãe dele? Ele conseguirá tempo suficiente para conseguir descobrir? Nós descobriremos?

“Colocaram uma foto minha na capa do jornal. Com o meu nome. Não me chama pelo nome.”

Leiam o livro. Vale a pena.

Deschava que eu blog

Tuesday, December 19th, 2006

Paloma uniu-se ao Chá. Visitem. Leiam. Comentem. Tenham medo.

+ Deschava que eu blog +

Deschava que eu blog

Sim, sim, fui eu que adaptei esse layout maluco, em cumplicidade com a Paloma, claro, que eu não sou tão louca de colocar coisas como carcaças de vacas, cabeças de porco e senhoritas nuas (mas de botas) sem consultar a dona do blog.

O livro da Olivia (sem acento)

Wednesday, December 6th, 2006

Lembram que eu disse que ia no lançamento do livro da Olivia? Pois eu fui. Peguei duas filas enormes, uma pra comprar o livro, outra para pegar o autógrafo. Tem umas duas mil e setecentas fotos do lançamento aqui, porque a Olivia é megalomaníaca, inclusive uma foto de mim que está engraçada. O lugar onde fomos tomar cerveja era caro, mas o sanduíche era ótimo. O Biajoni está mentindo descaradamente de novo (suspiro), eu não gritei nada porque eu sou uma dama, mas sim, eu dei uns rodopios e perdôo a mentira dele porque eu gostei dele me chamar de bailarina. Até onde soube, o Roger não foi armado e ele é um gentleman. Ele e a Olivia formam um par tão bonitinho! Adorei. O Diogo descobriu o segredo da minha câmera fotográfica só de olhar, esse menino tem futuro. Descobri que o Ricardo não é tão formal quanto eu pensava nem tão escrachado quanto parece ser em texto, na verdade achei-o um tanto tímido e encantador. Os amigos-de-colégio da Olivia são umas graças, cheios de vida e inteligentes. Adoro vida inteligente, you know.

A Olivia fez uma dedicatória linda pra mim no livro:
“Para minha amiga imaginária Dani, um beijão!”

Puxa, amei. Já faz uns dois anos (eu acho) que eu sou amiga imaginária dela e ela é a minha ficcionista. É uma honra.

E eu fiz um filminho bonitinho, já que eu fui até lá.

Tem mais histórias da noite de autógrafos no blog da Olivia.