Shadow of Colossus
Tuesday, September 4th, 2007Lindo game, adoraria jogar. Visite o site oficial, se ainda não conhece o jogo. Lindo site.
AMV feito por Libby138, com a música Blow Me Away de Breaking Benjamin (grande goth metal, gostei).
Lindo game, adoraria jogar. Visite o site oficial, se ainda não conhece o jogo. Lindo site.
AMV feito por Libby138, com a música Blow Me Away de Breaking Benjamin (grande goth metal, gostei).
Ah, que coisa maravilhosa. É o noise, que eu sempre amei e uso em meus trabalhos artísticos há mais de uma década, se tornando movimento artístico.

A beleza do ruído, assimilada.
Da Folha: “Tilts” viram arte digital e ganham a rede, link enviado pelo meu amigo e cúmplice de chá, MSurcan.
Fonte: Folha Online
A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.
Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação “Les Pissenlits”, a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.
Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?
Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.
Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?
Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.
Folha - Então, a interatividade tem uma história?
Couchot - Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados –que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.
Folha - Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões…
Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.
Folha - A arte contemporânea seria “religiosa”, e a digital, “profana”?
Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.
Folha - No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?
Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.
Folha - Como fica a autoria?
Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com “Le Pissenlits”, por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.
Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?
Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.
Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência
Esse post é especial para o meu amigo.
Link para o vídeo, para quem bebe chá via RSS.
Aliás, MM vai se apresentar em SP agora em setembro. Quem vai?
Nada como um sábado gelado pra eu não sair de casa. Está aqui o resultado.
David Bowie - Hallo Spaceboy. Adoro essa música.
Live at BBC Theatre, June 27th 2000
Editando: achei uma versão com o NIN, 1995. A imagem está um lixo, mas a versão é mais próxima da original do album.
“This chaos is killing me
And the chaos is calling me”
Vejam o comercial que lançou os computadores Apple de Steven Jobs, em 1984, parodiando o livro 1984, de George Orwell.
A Apple tinha ambição de se tornar um fabricante de computadores pessoais mais eficientes e populares que os da IBM. A IBM vem desaparecendo na poeira, a Apple acabou se tornando uma griffe, produzindo um computador que é definido como objeto de consumo de pessoas ricas, um símbolo de poder econômico, uma peça de design. Bill Gates dominou o mundo com o rWindows.
Vejam a paródia da paródia, chamada “Vote Different” (o slogan da Apple é “think different”) feita para a campanha política de Barack Obama.
Nada como viver bastante para apreciar a ironia da vida e as voltas que o mundo dá.
Leiam o texto do professor, músico, pesquisador e ser humano magnífico Spirito Santo:
É para ler e ficar pensando horas e horas.
Era uma vez um trio de irmãos sims chamados Simbecis (pra quem nunca ouviu falar, existe um jogo feito pela Maxis que já vendeu mais de 30 milhões de cópias em 17 países chamado The Sims, é o jogo para PC mais vendido da história dos jogos eletrônicos).

Eles nasceram em meados de 2001 porque eu não sabia como criar e alimentar sims. Os Simbecis foram a primeira família de sims que eu tentei criar que sobreviveu a todos os desastres que podem acontecer aos sims (e que acontecem, acreditem). Desde que surgiram, suas histórias já foram lidas por mais de 60 mil pessoas em dois endereços diferentes, aqui e aqui. Eu tinha aposentado o trio em 2003 e não atualizei mais esses sites. Todos acharam que era o fim dos Simbecis, inclusive eu.
Eles voltaram. Versão The Sims 2. Mais acidentados, mais simbecis e mais engraçados.

Faz uma semana que os Simbecis 2 estão no ar. Nos últimos três dias, a audiência deles já superou a do chá, que, acreditem, possui números de audiência bastante impressionantes.
Dêem uma passadinha no endereço dos Simbecis 2 e leiam. Depois voltem pra me contar o que acharam deles.
E boas vindas aos novos bebedores de chá, que tenho visto carinhas novas aqui entre os frequentadores. Não desligue, sua ligação é muito importante para nós.
Nota: Por favor, quem puder divulgar meu curso de Direção de Arte em Cinema e o curso A moda no Cinema, que será ministrado pela minha irmã, eu agradecerei imensamente eternamente, incluirei nas minhas orações diárias pedindo todas as bençãos do mundo e dedicarei muitos chás.
Hoje é domingo, eu fui ao supermercado.
O supermercado é um símbolo da vida pós-moderna. Você caminha pelos corredores e vai escolhendo, de acordo com o seu gosto. Todos os supermercados vendem, junto com os produtos, a idéia de que você não poderia ter escolhido um lugar melhor para ir, que eles têm os melhores produtos, os melhores preços, o melhor serviço. Tudo embalado com conservantes, colorantes, aditivos químicos variados. Está tudo ali, embalado, esterilizado, organizado, etiquetado com códigos de barras. Eu leio as embalagens, porque embalagens são mais que pacotes bonitos e coloridos, leio as fórmulas, a quantidade de lindos nomes de catorze sílabas de produtos químicos adicionados. Cada produto é o resultado de uma cadeia de produção que envolve dúzias de empresas em vários locais do mundo. A música de elevador no ar é para que as pessoas comprem mais devagar. Se o supermercado estivesse cheio, a música seria alta e irritante, para que todos fizessem as compras mais rapidamente e saíssem logo. Faço minhas compras, pago com meu dinheiro de plástico e volto para casa. Podendo comprar em supermercado, sou um ser-humano completo, integrado à sociedade.
O supermercado é um símbolo do sonho americano, da era pós industrial, da vida pós-moderna.
E fica aqui Radiohead para vocês.
Estou montando um curso de figurino para a minha irmã lecionar. É parte do nosso novo projeto. Daí estava pesquisando o figurino de “Sex and The City”. Se eu tivesse dinheiro, podem ter certeza de que eu me vestiria muito bem. Como não tenho, vou fazendo estilo-pobre mesmo.
Daí respondi um desses testes de internet, ainda tem alguém aí na audiência que acredita em testes de internet? São divertidos.

Which Sex and the City Player Are You? Find out @ She’s Crafty
You’re smart, witty, trustworthy, level-headed and industrious. You value your independance above all else. Success is very important to you. You give the impression that you may be a little jaded, but you still harbour school-girl fantasies of finding someone who’ll make you giggle and blush. You can also be almost irrationally compulsive at times and are excessively cynical. Structure, order and schedual are very important to you. You have no tolerance for the majority of men these days. You find their behaviour completely unfathomable, and feel that if a man’s over thirty and single, there’s something wrong with him. It’s Darwinian. They’re being weeded out from propagating the species.
Eu adorava essa série, era hilária., Só ficava chata quando tentava ter “conteúdo”, you know what I mean?
Eu ia postar isso quando rolou, já faz mais de um mês, mas devido às mil coisas que eu tenho que fazer na vida, acabei não postando. É uma foto que tirei do balcão da varanda do apartamento onde eu moro, no sábado da virada cultural. Tive uma posição privilegiada. No parque ao lado uma orquestra de jazz tocava. Na rua, telões com videoartes e curtas. Cada filme tinha sua própria trilha sonora, que tocava em caixas colocadas na calçada, mas da minha janela, a trilha da orquestra de jazz superava o som dos filmes, criando uma trilha sonora alternativa para o espetáculo da rua. Eu jantei ao som do jazz e fiquei acompanhando os filmes sentada na sacada, com a Mia correndo de um lado para o outro na beirada da sacada (que tem rede, como dá para ver na foto).

Próxima sexta-feira, dia 01 de junho, no programa Curtas na TV, às 22:00, na TV Câmara, será exibido meu curta “Dies Irae”.
Assista “Dies Irae” no site da TV Câmara
A exibição dos outros curtas da série “Portmanteau” está confirmada, eu aviso quando souber quando serão exibidos. Alguns deles estão postados na minha página do Youtube.