Friday, November 21, 2008

'Cultura de Mídias'

Six Feet Under

Saturday, April 28th, 2007

Nunca tive a chance de assistir a última temporada até o fim. Essa é uma das minhas séries favoritas, pela complexidade, seriedade, pelo desafio de falar de assuntos que são considerados tabus na sociedade ocidental, homossexualismo, drogas, insanidade, assassinatos e, especialmente, o final da vida. É uma linda série de TV, muito melhor que muitos filmes longa-metragem.

Vejam aqui o promo da quinta temporada…

…e aqui, a última parte do episódio final. Poético, melancólico e belíssimo. Bravo.

Assunto mais velho que a internet

Wednesday, April 25th, 2007

Adoro como algumas coisas somem e reaparecem (na internet) como se fosse a maior novidade do mundo. Uma delas, enviada pela minha amiga Sandra, que tem sido vítima de plagiadores e ladrões virtuais, seria risível se não fosse trágica: o artigo sobre código de conduta para blogs publicado no Globo.

Seria risível pelo repeteco e a falta de ineditismo na notícia (old news, very old news): os trolls sempre existiram, só acharam mais um espaço pra se manifestar. Se você clicar ali no termo “troll” (o link aqui é da wiki em português) vai ver que eu linkei um artigo da wikipedia que diz que eles apareceram pela primeira vez na Usenet nos anos 80. O assunto perde a graça e se torna trágico quando paramos para pensar que mesmo depois de mais de dez anos de internet no Brasil as pessoas ainda não aprenderam a usar a internet direito e muita gente se comporta como verdadeiros delinqüentes virtuais (o que faz com que o assunto volta e meia retorne às notícias).

Já há alguns anos, o blogueiro é responsável pelo lixo em seu quintal, ou seja, comentários ofensivos ou que violem alguma lei. Só que parece que ainda tem gente que não sabe disso. Pois vamos refrescar a memória: o Imprensa Marrom foi tirado do ar em 2004 por causa de um comentário postado lá. História velha. Foi por causa desse acontecimento, inclusive, que o chá aqui passou a exigir registro prévio, identificação ou no mínimo aprovação para qualquer coisa que seja comentado aqui por outras pessoas que não eu. A Casa de Chá está no ar há 4 anos sem maiores incidentes por causa disso. Se alguém for tentar me tirar do ar, que seja por causa das coisas que eu falo e não por causa de alguém que postou alguma coisa em alguma página lá nos arquivos e que eu nem tenha visto - que foi o que aconteceu com o Gravataí Merengue.

As pessoas precisam saber mais sobre internet e se informar melhor.

Primeiro, como eu digo desde 2004, o chá é meu, eu pago o servidor e me reservo o direito de selecionar comentários. É um espaço privado, tem dono, embora esteja publicado na rede. Não é porque está na rede que não tem dono - embora exista muita gente que pensa que sim.

Segundo, ninguém, absolutamente NINGUÉM é completamente anônimo na internet. Você está conectado a um servidor, tem número de IP e com um mandado judicial na mão (ou com alguns cookies bem configurados, mas isso é outra história), qualquer um pode achar você.

Comporte-se.

Leiam no blog do Gilberto, o código de conduta do blogueiro, proposto pelo Tim O’Reilly, que foi o primeiro lugar onde li a respeito. Tim é um sujeito educado. Eu teria chamado isso de “código de auto-proteção do blogueiro”, isso sim.

E pra aproveitar o chá, vou citar aqui algo que acho mais que perfeito, os “dez mandamentos do blogueiro”, adaptados dos “dez mandamentos” de foruns, jogos online, etc, para a blogsfera pelo site AnonymousCoworker:

1. Thou shall not be a mommyblogger (being a mother who blogs is acceptable)
2. Thou shall not comment anonymously
3. Thou shall not be a catblogger
4. The media shall not use the phrase “weblog or blog”
5. Thou shall not be offended by a blog, thou shall simply move on to a new page
6. Thou shall not lurk
7. Thou shall not feed the trolls
8. Thou shalt comment
9. No stealing the work of others and passing it off as your own
10. Thou shalt link back

Traduzindo:

1. Não serás uma mamãe-blogueira (ser uma mãe com um blog é aceitável; “mommybloggers” são aquelas que criam blogs para ficar falando de seu bebê, o que ele comeu hoje, que nasceu o primeiro dentinho, que ele sorriu, etc…)
2. Não comentarás anonimamente
3. Não serás um blogueiro que só fala de gatos (”catblogger”, mesma coisa que a “mommyblogger”, só que o “bebê” é o gato)
4. A mídia não deverá usar a frase “weblog ou blog”
5. Não se sentirás ofendido por um blog, simplesmente irás para outro site
6. Não ficarás apenas lendo em silêncio
7. Não alimentarás os trolls
8. Deverás comentar
9. Não roubarás trabalhos dos outros e passar adiante como se fosse seu
10. Linkarás de volta

É isso. Chá também é cultura.

Sincretismo cultural

Friday, April 20th, 2007

A Nana, minha querida amiga baiana arretada que agora está refugiada na terra da garoa, tem um programa de rádio online que vai ao ar às sextas-feiras, chamado “Feel the Poison!“. É uma mistura de tudo que você puder imaginar. O programa de hoje, que está no ar, é dedicado a “explicar o que é rockabilly pro Paulinho”. É só abrir o site, o windows media player aciona sozinho.

Tecnologias da informação e da comunicação

Thursday, April 19th, 2007

“Hoje, com as idéias mais ajustadas, posso definir com mais precisão o que tenho entendido por cultura das mídias. Ela não se confunde nem com a cultura de massas, de um lado, nem com a cultura virtual ou cibercultura de outro. É, isto sim, uma cultura intermediária, situada entre ambas. Quer dizer, a cultura virtual não brotou diretamente da cultura de massas, mas foi sendo semeada por processos de produção, distribuição e consumo comunicacionais a que chamo de ‘cultura das mídias’. Esses processos são distintos da lógica massiva e vieram fertilizando gradativamente o terreno sociocultural para o surgimento da cultura virtual ora em curso.”
- Lucia Santaella
Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano

O horror do massacre na universidade permite vislumbrar futuro da midia

Thursday, April 19th, 2007

De Julio Hungria para o BlueBus.

“O massacre na universidade Virginia Tech permite vislumbrar o futuro da midia, escreve Dan Gillmor, um dos pioneiros do movimento do jornalismo colaborativo. Alem das imagens gravadas com cameras de celular, uma serie de outras midias - redes sociais, blogs, email - estavam em uso por pessoas direta ou indiretamente envolvidas. “As palavras dos alunos eram pungentes” - diz. “Elas eram direto da fonte, nao passadas pelo funil da midia tradicional, o que teria acontecido num passado nao muito distante” - analisa. A midia democratizada, que coloca na mao de qualquer um ferramentas para criar e distribuir, altera a maneira como eventos como esse entram para historia. “Costumavamos dizer que os jornalistas escreviam o 1o rascunho da historia. Nao, nao é mais assim” - avalia. “As pessoas que estao nesses eventos é que escrevem o 1o rascunho”. Leia a integra, em inglês, aqui.”

300

Thursday, April 19th, 2007

Assisti. Na internet, claro. Serei sucinta.

Rodrigo Santoro tem três metros e é dourado (morra de inveja, Keanu), o filme inteiro é sépia, os espartanos são mais sujos e ensebados que os humanos do Senhor dos Anéis (tem uma cena com elefantes quase idêntica a do Senhor dos Anéis), tem trocentas cenas em slow motion, especialmente quando se trata de mostrar batalhas, onde os espartanos combatem sorridentes enquanto cortam cabeças e braços que sangram abundantemente.

Monty Pithon teria inveja.

Update:
Leiam a crítica do Cinemascópio, que está ótima e hilária.

shooting

Wednesday, April 18th, 2007

Worst U.S. shooting ever kills 33 on Va. campus
at least 32 people are confirmed dead and at least another 21 are wounded
at least 33 people were killed on the campus of Virginia Tech
including the gunman
Witness survives by pretending to be dead
31 Dead: VT Deadliest Campus Shooting in US History
Virginia Tech shootings - Wikipedia, the free encyclopedia


Bowling For Columbine - Michael Moore (2002)

Tenho medo da maçã

Saturday, April 14th, 2007

Tudo bem, Bill Gates é o demônio ou tem parte com ele.
Mas a Apple não fica muito atrás.

“Apple reserves the right, at any time and from time to time, to update, revise, supplement, and otherwise modify this Agreement and to impose new or additional rules, policies, terms, or conditions on your use of the Service. Such updates, revisions, supplements, modifications, and additional rules, policies, terms, and conditions (collectively referred to in this Agreement as ‘Additional Terms’) will be effective immediately and incorporated into this Agreement. Your continued use of the iTunes Music Store following will be deemed to constitute your acceptance of any and all such Additional Terms. All Additional Terms are hereby incorporated into this Agreement by this reference.”

Me lembrou o termos de uso do windows 95, que era tão abusivo, que o pessoal fez uma paródia falando que instalando windows, você aceitava automaticamente exngraxar os sapatos do Bill Gates por um ano e trabalhar de mordomo na casa dele.

“d. In order to access and retain your electronic records, you may be required to have certain hardware and software, which are your sole responsibility.”

Adorei essa. Sim, eu tenho algum software e hardware para acessar e gravar os meus arquivos eletrônicos de áudio - e nenhum deles é Apple nem itunes. Não entendo essa frase, vai ver é o meu inglês, alguém traduz, por favor? :p

Cara, itunes é um audio player. Para escutar música. Não é?

O SOFTWARE APPLE NÃO FOI DESENVOLVIDO PARA UTILIZAÇÃO NA OPERAÇÃO DE INSTALAÇÕES NUCLEARES, SISTEMAS DE NAVEGAÇÃO OU DE COMUNICAÇÃO DE AERONAVES, SISTEMAS DE CONTROLO DE TRÁFEGO AÉREO, EQUIPAMENTO DE SUPORTE DE VIDA OU OUTROS EQUIPAMENTOS NOS QUAIS A FALHA DO SOFTWARE APPLE PODERIA CAUSAR A MORTE, DANOS PESSOAIS, GRAVES LESÕES CORPORAIS OU DANOS AMBIENTAIS.

Tenha medo. Itunes derruba avião?

A presente Licença está em vigor até ser terminada.

Aham. Vai ver isso não é óbvio, assim como não era óbvio que se eu usasse itunes, poderia derrubar um avião.

O Utilizador RECONHECE E ACEITA EXPRESSAMENTE QUE O RISCO DECORRENTE DA UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE APPLE (CONFORME DEFINIDO ACIMA) E DOS SERVIÇOS (CONFORME DEFINIDOS ACIMA) É EXCLUSIVAMENTE SEU E QUE TODO O RISCO REFERENTE À QUALIDADE SATISFATÓRIA, DESEMPENHO, EXACTIDÃO E ESFORÇO DEPENDE DE SI.

Itunes me parece muito perigoso.
A 3COM tem parte com o negócio, embora eu não tenha entendido muito bem qual. Ainda assim, o termos de uso do Itunes traz essa singela frase:

Sem prejuízo do atrás disposto, em nenhuma circunstância a 3Com será responsável por atrasos ou incapacidade operacional resultante directa ou indirectamente de actos da natureza, forças ou causas para além do seu controlo razoável, incluindo, sem limitação, falhas da Internet, falhas do equipamento informático, falhas do equipamento de telecomunicações, falhas de outros equipamentos, falhas no abastecimento de energia eléctrica, greves, disputas laborais, motins, insurreições, distúrbios na ordem pública, faltas de mão-de-obra ou materiais, incêndios, inundações, tempestades, explosões, actos de força maior, guerra, acções governamentais, ordens de tribunais nacionais ou internacionais, incumprimento por parte de terceiros, assim como perdas ou flutuações no aquecimento, iluminação ou ar condicionado.

Não era apenas um software para escutar música?
Aparentemente, não.

“You agree that you will not export or re-export any of the software or Confidential Information received from Apple (a) into (or to a national or resident of) any U.S. embargoed countries (currently, Cuba, Iran, Libya, North Korea, Sudan, or Syria; or (b) to anyone on the U.S. Treasury Department’s list of Specially Designated Nationals or the U.S. Department of Commerce Denied Person’s List or Entity List. You also agree that you will not use said software for any purposes where prohibited by United States law, including, without limitation, the development, design, manufacture or production of nuclear, missile, chemical or biological weapons.”

Rapaz, continuarei usando winamp.


Links, para vocês verem que eu não estou inventando:
- http://www.apple.com/legal/itunes/us/service.html
- http://www.apple.com/legal/
- Apple Software License Information
- Apple Press Release
- iTunes’ questionable terms and conditions

Ladrões de sabonete

Friday, March 23rd, 2007

O título acima é de um filme sensacional, paródia do filme italiano “Ladrões de Bicicleta“. Em Ladrões de Sabonete o assunto é a mídia, onde a desenfreada comunicação de massas leva a consumo desenfreado.

Lembrei desse filme porque minha amiga Sandra foi virtualmente (e realmente) roubada. Um sujeito que se nomeia “Jeandro Cabral” (onde é que ele achou esse pseudônimo?) copiou e colou um texto da Sandra como se fosse dele.

Esse tipo de “roubo virtual de idéias” é uma coisa que acontece com bastante freqüência na internet. As pessoas querem elogios. São incapazes de escrever alguma coisa realmente boa. E pensam que não serão descobertas.

Estão totalmente enganados.

E assim, tem muita gente que está copiando trechos inteiros sem citação, plagiando, ou simplesmente usando textos de outras pessoas como se fossem os autores originais dos mesmos. O plágio e a cópia já se tornaram caso de polícia, pois tem gente até mesmo pagando pessoas para que “escritores fantasmas” escrevam monografias, dissertações e teses.

Todas essas pessoas estão sendo desmascaradas e estão tendo que responder processo por plágio, roubo de idéias e outros crimes.

Quem copia e quem rouba idéias perde mais do que quem é roubado, porque não é o verdadeiro autor, mostra que é incapaz de ter uma idéia nova e original. Ladrão autoral só faz “sucesso” uma vez e por muito pouco tempo. Sempre termina descoberto.


!Update!

Recado do Barba, um dos gerentes do blog Bar do Escritor, onde o rapaz Jeandro colou o texto da Sandra:
“ninguém sabia disso. sinceramente me decepicionei com ele. se preciso até ele será banido.
seu trabalho não será copiado, acredite. o dono do blog já foi avisado, não por orkut, mas por e-mail.outro membro da comunidade do Bar, já disse que é caso de expulsão mesmo
e já avisei a segunda pessoa que fica no comando.”

Recado do Jeandro no meu Orkut e no da Sandra:
jeandro:
Ouve um grande mal entendido. eu nao sabia que esse texto era de Sandra não copiei nada de seu blog. um amigo me deu esse texto dizendo que tinha pego na internet. e não me falou que não tinha nome de autor, então fiz uma montagem em cima do texto.

Mal-entendido? Que parte do “ele copiou um texto da internet que pertence a outra pessoa” que eu não entendi? Alguém faz um desenho pra mim, por favor?

E haja erro de ortografia, pontuação e conjugação verbal!
Vamos aguardar pra ver como essa história termina.
Stay tuned…


Update 2:

Comentário que eu deixei no blog onde o Jeandro postou o texto que ele plagiou da Sandra:

“Espero conseguir dar aqui uma opinião justa a ponderada. É esse meu objetivo.
Entendo que as pessoas que contribuem e as que gerenciam esse blog tenham ficado ofendidas com alguns dos comentários que as pessoas que correram em apoio à Sandra postaram: mas pensem, se alguém grita “pega ladrão, ele me roubou?” o que se pode esperar? Eu esperaria reações variadas, algumas mais calmas e outras nem tanto. E o ladrão, pode esperar que vai apanhar, de toda forma.
Realmente, o Jeandro andou se desculpando pelo Orkut e isso é uma atitude boa. Erro é erro, roubo de texto não é erro, é crime. Não importa de quem é o texto, o direito autoral é inalienável mesmo depois da morte do autor. O que se discute na lei do direito autoral é o direito PATRIMONIAL, ou seja, quem é herdeiro dos lucros advindos de uma obra e não quem é o autor. O autor jamais perde seus direitos. Sendo assim, não importa se o texto que o Jeandro plagiou era da Sandra ou de outra pessoa, o problema foi pegar um texto de outra pessoa, usar como modelo e não dar o devido crédito. Eu posso usar Shakespeare como base para um texto sem precisar pagar direito autoral e sem precisar pedir autorização a ninguém, Shakespeare é de domínio público, mas eu PRECISO citar que meu texto foi baseado num texto de Shakespeare, porque citar o autor é uma atitude no mínimo ética, mesmo em obras de domínio público.
Ou seja, o crime do Jeandro foi plágio de texto. Caso ele tenha mesmo recebido o texto através de outra pessoa, ele foi vítima de ingenuidade, mas ainda assim, deveria ter citado a outra pessoa como autora do texto original. Isso teria poupado muitos aborrecimentos à ele. Nunca usei texto de ninguém para fazer outro texto, mas ocasionalmente posto algum poema ou texto que não é meu no meu blog e SEMPRE CITO O AUTOR. Já me aconteceu de citar autor incorreto porque alguém me passou informação errada - os famos os textos de Clarice Lispector que não são dela - mas eu corrigi e pronto. Se o Jeandro tivesse feito isso, não teria tido nenhum problema.
Quanto à reputação do blog, ao menos para mim, não fez difereça nenhuma o evento. O blog é coletivo e em blogs coletivos essas coisas acontecem (por isso prefiro ter meu blog só pra mim), mas sim, terá que ser feito um gerenciamento de danos. O mais interessante, a meu ver, é assumir que ocorreu um problema e fazer um “termo de responsabilidade e modo de usar” com relação à publicação. Isso pode facilitar muito no futuro, deixando claro para futuros membros o que é que o coletivo pensa de plágios e citações não autorizadas.
Boa sorte pra vocês.”

Pulp Fiction in Typography

Wednesday, March 21st, 2007

Pulp Fiction in Typography: totalmente viral: visto 92,012 vezes no Youtube, com link para o site do autor, Jarratt Moody, para o MotionGrapher, onde também foi postado e ainda achei mais 20 pessoas diferentes que postaram o vídeo no Youtube, sendo que uma delas menciona que viu o vídeo no Myspace.

Encontrei postado no Hipermídia que achou no blog do Gilberto Jr, Prática.

Bom conselho!

Tuesday, March 20th, 2007

Ah, finalmente, alguém que me entende!

“These days I’m unsubscribing from any RSS feed that isn’t full. This includes friends, media institutions, and A list bloggers abroad that I will no longer read; there’s plenty left to read. You won’t make me open your blog by publishing a fragmented feed. The reason why I read your feed instead of your blog is that I’ve got limited time and prefer one browser window to a zillion ones combined with some bookmarking service. Stop losing readers! Get RSS for your blog. Make it a full feed. Learn why from Modern Life Is Rubish.”

É por isso que eu amo essa mulher há mais de seis anos.

… e também é por isso que o chá tem feedburner. É por isso que eu configuro o RSS do chá para que as pessoas possam ler inteiro sem sair de seus leitores. É por isso que eu morri de vergonha quando descobri que os vídeos do youtube não postavam no RSS e passei a colocar links para eles em todos os posts.

Economize tráfego no seu site e conquiste leitores: How to get RSS right.

Television Delivers People

Monday, February 26th, 2007

Produced in 1973, “Television Delivers People” is a seminal work in the now well-established critique of popular media as an instrument of social control that asserts itself subtly on the populace through “entertainments,” for the benefit of those in power-the corporations that mantain and profit from the status quo. Television emerges as little more than a insidious sponsor for the corporate engines of the world.

Produzido em 1973, “Television Delivers People” é um trabalho importante e criativo que critica a mídia como um instrumento de controle social sob o disfarce de “entretenimento” para o benefício das grandes corporações, que a utilizam para manter seu poder e status. A televisão surge como patrocinadora de uma das mais insidiosas mecânicas corporativas do mundo.

Um vídeo de Richard Serra.