Postsecret
Tuesday, October 9th, 2007Eu adoro esse site.
Tem dúzias de vídeos feitos por pessoas que gostam do site, vale a pena navegar um pouco pelo youtube e assisti-los.
Eu adoro esse site.
Tem dúzias de vídeos feitos por pessoas que gostam do site, vale a pena navegar um pouco pelo youtube e assisti-los.

A TV Câmara irá exibir dois dos meus curtas da série “Portmanteau”:
“Sideshow”
Estréia: Sexta-feira (05/10) - 23h
Reprises: Sábado (06/10) - 24h; Domingo (07/10) - 2h30; Segunda (08/10) - 23h e Quinta (11/10) - 5h
“Moving Pictures”
Estréia: Sábado (06/10) - 7h
Reprises: Domingo (07/10) - 12h30 e 21h30 e Terça (09/10) - 6h30
TV CÂMARA pela Internet: www.tv.camara.gov.br
É o virtual interferindo no mundo real, causando o surreal. Lindo demais. É um mural na lateral de um edifício em Paris, pintado em trompe-l’oeil, não é photoshop.



Link do site original, achei via Pedro Doria.
A série de posts “Quando a Arte vira Rock”, no Galaxy of Emptiness. Achei o link via Annix.
Esse blog, chamado BricaBraque, que me parece português, pelo estilo do vernáculo. É bom ler a flor do lácio não-assassinada, de vez em quando.
Lindo game, adoraria jogar. Visite o site oficial, se ainda não conhece o jogo. Lindo site.
AMV feito por Libby138, com a música Blow Me Away de Breaking Benjamin (grande goth metal, gostei).
Vi em um post do Cintaliga que o Biajoni iniciou a campanha “Monetize seu blog” e resolvi Monetizar o meu. A pintura que eu escolhi é a “Gare de Saint-Lazare”, entre 1876 e 1877, Monet pintou 12 telas sobre o tema.

Essa é a minha favorita. Veja as outras telas aqui nesse blog.
Pronto, meu blog está Monetizado.
Ainda sobre blogs, a opinião mais racional e lúcida vem (outra vez) do Hernani:
“Pois é, estamos preocupados em fazer da blogosfera um remendo da mídia de massa. O importante não é se bancar como blogueiro. A importância dos blogs está no protagonismo e nas possibilidades que se abrem na criação de projetos pessoais.”
O Paulo é outra voz disssonante do ataque capitalista que assolou os blogueiros:
“Tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas… até onde isso pode ir? Pode-se argumentar a partir da potencial infinitude da web, da própria auto-regulamentação que se cria naturalmente nessa ecologia digital, mas aí mesmo é que tá o ponto crucial. Essa moçadinha que quer virar um Interney do dia pra noite não pensa e nem considera conceitos como reputação, meritocracia, compartilhamento de conhecimento: o negócio é ver única e exclusivamente cifrões em qualquer lugar, e como-fazer-dinheiro-com-isso. Pensamento típico do século 20, não percebem que esse canibalismo capitalista está falido, ainda não chegaram ao século 21. Ok, vão ganhar algum dinheirinho, mas acabarão aprendendo do jeito mais difícil.”
Um link divertido e consciente da grande bobagem que é esse “modelo pré-bolha ressucitado” é o GWEI - Google Will Eat Itself.
A pergunta que deixo no ar é: afinal, o Youtube dá lucro? Ou é só mais um playground, que nem o Orkut?
Aliviada por encontrar eco dos meus pensamentos, volto ao meu chá.
Ah, que coisa maravilhosa. É o noise, que eu sempre amei e uso em meus trabalhos artísticos há mais de uma década, se tornando movimento artístico.

A beleza do ruído, assimilada.
Da Folha: “Tilts” viram arte digital e ganham a rede, link enviado pelo meu amigo e cúmplice de chá, MSurcan.
Fonte: Folha Online
A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.
Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação “Les Pissenlits”, a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.
Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?
Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.
Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?
Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.
Folha - Então, a interatividade tem uma história?
Couchot - Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados –que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.
Folha - Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões…
Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.
Folha - A arte contemporânea seria “religiosa”, e a digital, “profana”?
Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.
Folha - No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?
Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.
Folha - Como fica a autoria?
Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com “Le Pissenlits”, por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.
Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?
Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.
Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência
Esse post é especial para o meu amigo.
Link para o vídeo, para quem bebe chá via RSS.
Aliás, MM vai se apresentar em SP agora em setembro. Quem vai?
Nada como um sábado gelado pra eu não sair de casa. Está aqui o resultado.
Tem muita gente comentando o acidente pela imprensa afora. Já vi dedos apontados em todas as direções. Querem achar UM culpado num acidente onde existem MUITOS culpados. Como disse um amigo meu, o culpado deve ser o faxineiro do aeroporto, que não secou a pista direito.
Quero só registrar aqui no chá o que foi que mais me doeu: a imagem da mãe dos dois meninos, um de 12 anos e o outro de 17, que estavam no vôo para vir para São Paulo em férias, não querendo acreditar que os filhos estavam no vôo. A vida dessa mãe acabou junto com a dos seus filhos, ontem. A dor dessa mãe deveria ser, nesse momento, o que grita mais alto, a coisa mais importante do mundo. O resto da discussão e da investigação deveria se desenrolar pensando nessa mãe e seus dois filhos, o tempo todo, pensando nessa perda e no que vai ser dessa mãe.
Daqui doze dias quem vai voar sou eu. Eu já pedi que seja um vôo que saia de Guarulhos. Disse que pode ser TAM ou Gol, porque eu confio em ambas as companhias. Acho que só com isso, deixo a minha opinião bem clara.
É tudo que eu tenho a dizer.
Leiam os comentários no post do Piza a respeito, os comentários dizem muito mais do que toda a cobertura de imprensa.

É isso aí.
“O prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM-RJ), disse que pode ter havido um descompasso entre as assessorias do presidente Lula, do COB e da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), o que criou o constrangimento para Lula. ‘Já passei por isso’, afirmou Maia.”
Hum. O que a assessoria faria? Mandaria nota oficial ao público presente no Maracanã? “Senhores do povo brasileiro. Favor não vaiar o presidente da república. A Assessoria”.
Passou pela cabeça de alguém que se o país não estivesse uma m**** talvez o presidente fosse aplaudido?
“Segundo Cesar Maia,houve uma confusão’. ‘A assessoria do presidente se precipitou e procurou o presidente do COB e pediu para o senhor presidente não fazer a declaração. Mas se esqueceu de informar ao presidente da Odepa, que fez a leitura do nome do presidente quando a assessoria tinha pedido para Nuzman fazer a declaração. Foi uma confusão da assessoria do presidente que criou um constrangimento muito grande.”
A platéia vaia, a assessoria paga o pato.
Se o Brasil não existisse, com certeza teria sido inventado em algum livro maluco. Morra de inveja, Lewis Carroll…