Wednesday, August 20, 2008

'MusicalNoise'

Scriabin Etude Op 8 No 12

Friday, June 22nd, 2007

Para quem nunca escutou Scriabin e para quem já escutou e adora (como eu).
Apesar de toda a controvérsia sobre ele, eu penso que ele era um gênio.

O pianista é Evgeny Kissin.

Essa é a minha peça favorita de Scriabin. Tem muito mais no Youtube.

Update:

A pedidos, a interpretação magnífica de Horowitz, acompanhada de uma das peças mais conhecidas de Schumann, Traumerei Op.15-7.

E finalmente, Scriabin por ele mesmo através do sistema Welte-Mignon de gravação (pianolas).

Make my day, make my day…

Thursday, May 10th, 2007

Um email de um amigo meu:

“Quem é a doida (camisolão bege) que entra no meio do Clipe? É você? (risos).”

Nunca reparei que, realmente, parece comigo de costas =)
Mr. C, se estiver por aí, vê se não parece mesmo?
Adorei, adorei…

Lullaby Renditions of Nine Inch Nails

Tuesday, May 1st, 2007

Dei para o meu sobrinho, foi aniversário dele. O álbum é adorável.

Lullaby Renditions of Nine Inch Nails

Escute amostras das faixas aqui.

Rush: Snakes & Arrows, música para elevar o espírito

Monday, April 23rd, 2007

Snakes & Arrows

Acabei de ouvir. Fazia cinco longos anos que o Rush não soltava um álbum de estúdio. A espera valeu a pena. Maravilhoso, definitivamente o Album do Ano. Duvido que alguém consiga fazer melhor. Rush, sempre a mesma qualidade impecável: vocais melodiosos, a bateria imbatível de Neil Peart, os arranjos complexos, a guitarra na medida para compor a harmonia e dar a tonalidade. Comprem que vale a pena.

I just listened. It has been 5 year since Rush launched their latest album. Absolutely sublime, the best album of the year, I doubt that someone can do better. It´s Rush at their best shape, beautiful lyrics, complex guitars and (of course) the best drummer of the world. It worths to buy.

Album Tracklisting:

• “Far Cry”
• “Armor and Sword”
• “Workin’ Them Angels”
• “The Larger Bowl”
• “Spindrift”
• “The Main Monkey Business” < -- a melhor faixa do album!!
• "The Way the Wind Blows"
• "Hope"
• "Faithless"
• "Bravest Face"
• "Good News First"
• "Malignant Narcissim"
• "We Hold On"

Rush

“It’s hard to describe the new album. It’s big, it’s bold, and I think it’s some of the best work we’ve done in years. I’m really pleased with the quality of the songs, and there’s lots of playing on it.”
- Geddy Lee (Revolver Magazine)

Saiba mais (more):
- Press Release
- Rush is a Band

Coisas randômicas

Monday, April 23rd, 2007

Comecei a rascunhar a minha monografia. Isso é muito difícil. Definição da wikipedia:

“A monograph is a scholarly book or a treatise on a single subject or a group of related subjects, usually written by one person. It is a one-time publication that is complete in itself. It may refer to a detailed, well-documented work on a limited subject or a person.”

Eu consegui desenhar dentro da minha cabeça o que eu quero escrever. Já é um avanço. tenho tido que enfrentar coisas dificílimas para mim: não tenho facilidade em escrever, sou disléxica e sempre tenho a tendência de achar que dá para resumir tudo muito melhor em imagens.

Meu livro da Santaella chega amanhã. Depois de reler uma pilha imensa de anotações, cheguei a conclusão de que a Santaella é a melhor teórica para eu montar o fio condutor dessa monografia.


Começaram a sair os reviews do album Year Zero, do Nine Inch Nails. As opiniões estão divididas. De críticos dizendo que ele é um gênio a críticos dizendo que ele é “pretensioso e que o som do NIN nunca foi interessante” (Fred Shuster, Music Critic, quem é esse cara?), o album pode ser tudo, menos tedioso.

Eu, sinceramente, gosto de algumas músicas, não gosto de algumas e detesto algumas. Os fanáticos que me desculpem, mas ninguém me convence a gostar de “Survivalism”, por exemplo, ou “The Beginning of the End”. São horríveis.

As músicas que eu mais gosto são “The Good Soldier”, “Vessel”, “Me, I´m Not” (na minha opinião, a que mais “tem cara” de Nine Inch Nails), “My Violent Heart”, “In This Twilight” e “Zero Sum”. Tem várias músicas com batida hip-hop mas achei muito artificial. Trent é um cara branco de classe média que sempre fez industrial da melhor qualidade, o que ele sabe de hip-hop? Sei que ele está andando com Saul Williams mas acho a influência fraca.

No geral, Year Zero é um album que soa muito mais pop do que industrial e me deu muita saudade da era “Fragile”, “Downward Spiral” e “Pretty Hate Machine”. Há especulações sobre “crise da meia idade” e outras bobagens desse teor. Eu penso que a crise autoral pela qual TR está passando está muito mais relacionada às escolhas musicais. Quando ouço a perfeição magnífica que é “And All That Could Have Been” fico pensando onde foi parar o conhecimento musical de Trent Reznor. Eu sei que ele sabe fazer música, que ele sabe compor maestralmente com camadas de ruídos, mas em Year Zero, a musicalidade foi pro ralo e várias faixas soam como café feito por outra pessoa e requentado.

Vamos ver como fica a segunda parte do album, já que ele prometeu que vai entregar um segundo album ainda no mesmo tema e que o ARG ainda continua por mais dezoito meses. E vamos ver se a movimentação que ele está causando consegue atingir algum dos objetivos que ele quer.

Eu me tornei associada do The Spiral e em pouco mais de uma semana fiquei desapontada. Nada de novo no blog de TR e apenas o fórum de fãs, incompleto. Os fãs pisam em ovos, têm medo de ofender “deus”, que é moderador e administrador do site. Qualquer ofensa ao colérico senhor TR pode significar banimento pra vida toda. A caixa postal de Mr. Reznor podia ter ao menos uma resposta automática, mandei recado e nada. Nem isso. Pena. Vamos ver se o site melhora com o tempo (a assinatura é por um ano) e se meu kit-fã (que inclui camiseta e litografias) chega logo e vale a pena. Quanto ao fórum, o ETS é infinitamente mais divertido, fico por lá.


Estive assistindo alguns episódios de CSI online. Só tem duas coisas que me fazem ter saudades de ter TV: CSI e Cold Case. Considerando-se o custo/benefício, assim que a minha situação financeira melhorar, acho que vou começar a caçar os DVDs.

Eu tenho três novidades no forno, mas ainda não posso falar muito sobre elas. Uma está relacionada aos meus cursos, a segunda a uma produtora e a terceira a um programa de rádio. Assim que alguma delas acontecer, eu conto. Cruzem os dedos.


Quem nunca assistiu, imperdível:”Pirates of Silicon Valley” completo no GoogleVideo. Sorry, sem legendas.

Soundtracks

Sunday, April 22nd, 2007

Cold Case

“Cold Case” tem uma das trilhas mais melancólicas e tristes que eu já vi no cinema ou na TV. Várias vezes quando o episódio terminava, eu estava em lágrimas.


CSI

Já a trilha de CSI é vigorosa e cheia de rock. Como The Who é uma banda boa! Fazia tempo que eu não escutava.


Excelentes trilhas sonoras. Como eu ando meio pobre, baixei do Kamdelia. As duas valem a pena.

Sincretismo cultural

Friday, April 20th, 2007

A Nana, minha querida amiga baiana arretada que agora está refugiada na terra da garoa, tem um programa de rádio online que vai ao ar às sextas-feiras, chamado “Feel the Poison!“. É uma mistura de tudo que você puder imaginar. O programa de hoje, que está no ar, é dedicado a “explicar o que é rockabilly pro Paulinho”. É só abrir o site, o windows media player aciona sozinho.

Everybody sing along!

Tuesday, April 3rd, 2007

Mia e a Obra

E ninguém mais dorme nessa casa. A britadeira começa às onze da noite e termina às duas da manhã. São 4 da manhã e os caminhões ainda estão aí na frente, com direito a guindaste e tudo.

Faz duas semanas que isso começou e pelo jeito, não vai acabar tão cedo.

All night long! (all night)
All night long! (all night)
All night long! (all night)
People dancing all in the street
See the rhythm all in their feet

Chato. Pena.

Wednesday, February 21st, 2007

Eu acabei de ouvir pela primeira vez um CD badaladíssimo de um cantor/compositor inglês ainda mais badalado que tem uma banda que é mais ou menos uma unanimidade de sucesso e coisa e tal. Achei chatíssimo, nunca mais quero ouvir. Pretensioso e chato. Pena, a banda do cara é boa. A capa do CD é linda. O site, então, é maravilhoso. Pena, mesmo. Para evitar pedradas de alguns amigos, não vou contar quem é o chato.


Em compensação, ouçam essa rádio online. É magnífica. Aviso aos desavisados: rádio em streaming, ou seja, rádio online de verdade, lá do Shoutcast, só funciona no winamp. Gratuita.


String Quartet Tribute

Tuesday, February 20th, 2007

Estou ouvindo esse.

É profundamente lírico. Você percebe como os arranjos são complexos e como existe uma musicalidade riquíssima nas composições. É impressionante.

Quero ouvir esse aqui também. Eu já ouvi uma música desse aqui, parece ser maravilhoso.

String Quartet Tribute to Nine Inch Nails

Nada disso, entretanto, é indicado para quem não aprecie músicos esquisitos como, por exemplo, John Cage, Schoenberg, Michael Nyman, Steve Reich, La Monte Young, Philip Glass e por aí vai. O The String Quartet Tribute é uma invenção magnífica de Todd Mark Rubenstein.

Música e qualquer coisa

Friday, August 25th, 2006

Estou ouvindo uma banda estranhíssima que está tocando uma pseudo-bossa-nova. Apenas uma coisa da bossa-nova o cantor captou com extrema precisão: ele está desafinando horrores.

Mr. C, eu tenho escutado Filter. Você gosta de Filter? Fiquei com a impressão de um Sisters of Mercy mais pesado. É meio weirdo.

A noite passada eu sonhei que morava nesse mesmo prédio onde eu moro, no sonho eu estava promovendo um jantar aqui em casa, numa mesa retangular comprida coberta de velas, com uma série de anões como convidados - não eram anões de histórias de fadas ou de Tolkien, eram pessoas pequenas. Por sinal, simpaticíssimos e falantes, eu me diverti muito.

Tem uma influência mezzo David Lynch mezzo Marilyn Manson nesse sonho.

Estou adorando esse novo tipo de sonho que tenho tido, onde o edifício se tornou uma locação de eventos surreais. Acredito que possa ser culpa do próximo roteiro que estou escrevendo, que se passa em um edifício, e que, para meu próprio assombro, está ficando muito melhor do que eu imaginava inicialmente - e extremamente autobiográfico. Bom, até hoje, tudo que eu escrevi eu fiz autobiográfico, mesmo quando eu disfarcei as coisas com simbolismos.

Estive ouvindo alguns MP3 do “Projeto Tapeworm” de pura curiosidade. Esse é um projeto que foi encabeçado por Trent Reznor durante DEZ anos e que não levou a lugar nenhum. O projeto foi cancelado, Trent deu uma entrevista dizendo que “não estava satisfeito” com a qualidade da música produzida e a única faixa “oficial” que jamais foi lançada é uma performance ao vivo do cantor do Tool/A Perfect Circle da música “Vacant”, que depois foi reformulada e gravada no album do A Perfect Circle com o nome de “Passive” - que é uma música bem legal ao estilo do A Perfect Circle.

Escutando essas faixas do “Tapeworm” dá pra entender perfeitamente o cancelamento do projeto. É muito, muito ruim. Acho que era impossível mesmo fazer um som que misturasse Nine Inch Nails, Pantera, Tool, A Perfect Circle, Danzig (!!), Smashing Pumpkins (!!!), Helmet e Curve.

12 Rounds é interessante. Bizarro, mas interessante.

Depois de escutar todas essas bizarrices, eu queria muito entender como e por quê o Smashing Pumpkins faz covers de Marilyn Manson, Cure, Pink Floyd, Depeche Mode, Joy Division, U2, Prodigy e Nirvana! É o fim do mundo da mistura, e os fãs que me perdoem, os covers são de fazer chorar, de tão ruins.

Tudo isso porque estou pensando e criando os três projetos que preciso entregar esse semestre na Belas Artes.

A professora de fotografia quer um ensaio - e pode ser em polaroid! Acho que finalmente farei o projeto das polaroids transfers que eu andava pensando em fazer.

O professor de animação quer um minuto de animação. Logo pensei em rotoscopia, mas pensei em uma segunda coisa que pode se tornar em uma animação muito divertida, uma Alice em stop-motion com os desenhos do Tenniel. A idéia me veio por causa daquele lindo trabalho fotográfico do Abelardo Morell e das animações da Joanna Woodward.

Já o meu professor de Poética da Imagem declarou essa semana que o trabalho do semestre poderá ser “qualquer coisa” que a gente quiser.

Oh, dear, qualquer coisa!!! QUALQUER COISA!

Que tal um “qualquer coisa” que misture Alice, pequenos animais peludos, Tilda Swanson impersonando o Anjo Gabriel, bules de chá, Mailyn Manson, Magritte e Duane Michals? Esse qualquer coisa foi o que cruzou a minha imaginação. Mágicas palavras poderosas. Qualquer coisa.

Now Listening: Marilyn Manson cover para Tainted Love do Soft Cell e o original Tainted Love do Soft Cell

Rush, café, chuva e sopa

Monday, September 26th, 2005

Tive um dia complexo. Uma noite agradável. Estou ouvindo Presto, do Rush. Fazia tempo que não escutava Rush. Tenho um brinquedo novo instalado no computador, chama-se mercora. Instalei e agora escuto tudo que eu quiser. É ótimo.

Saí à noite para tomar café e sopa (de cogumelos) com um amigo. Chove. Na volta, foi curioso, estar em uma avenida que eu conheço tão bem, com uma pessoa completamente nova sentada ao meu lado em um carro. Eu já desci aquela avenida de carro mais vezes do que posso me lembrar. Eu ainda sou eu. Mas é uma das poucas coisas que ainda são a mesma coisa. O mundo e tudo mais mudou, não sei, estou em uma realidade alternativa? Não sei bem onde andei. Não sei bem onde eu estava. O mundo era outro mundo. Não sei bem onde estou. De repente, estou em um mundo que eu conheço pouco, mas cheio de coisas reconhecíveis. Como o som do Rush na radio online do mercora. Mas ainda assim, muitas coisas são novas. Tudo é muito estranho, embora reconhecível.

Hoje eu não senti medo. Há anos eu vinha sentindo tanto medo. Medo de tudo e do nada. Hoje, não senti. Eu estava confortável. Comecei finalmente a me sentir à vontade comigo mesma e com as outras pessoas. Esse meu amigo faz com que eu me sinta muito bem em ser eu mesma.

E eu não senti frio essa noite.

Sun dogs fire on the horizon Meteor rain stars across the night
This moment may be brief But it can be so bright