Thursday, December 4, 2008

'Olhos de quem vê'

Damasco

Saturday, December 22nd, 2007

Pre ler ouvindo isso.

Zoco de Damasco
Zoco de Damasco

damasco lleno de flores blancas
damasco lleno de flores blancas

El fin del damasco
El fin del damasco

Damasco Glaçado
Damasco Glaçado

Lindos damascos

O damasco (Armeniaca vulgaris) contém apenas uma pequena quantidade de proteínas que não chegam a 0, 8 %, 0,1 % de gorduras e 10- 12 % de hidratos de carbono. É um alimento energético de pouco valor. No estado seco, uma vez que o elevado conteúdo de água dos frutos frescos baixou de 86 para 23 por cento, o seu valor energético fica consideravelmente aumentado, acontecendo o mesmo com as proteínas que sobem cinco por cento do peso, as gorduras sobem para 0,4% e os hidratos de carbono para 67 %.
Os frutos frescos produzem 50 calorias por cada 100 g, ao passo que os secos chegam até 300 calorias. A sua composição tem uma percentagem relativamente elevada em ferro e cobre, pelo que os damascos fazem parte dos regimes indicados nas anemias de qualquer tipo.

Efeitos das Deficiências de Vitamina A — A mais interessante de todas as suas características é o seu elevado conteúdo de vitamina A, realmente extraordinário, pois dá 500-3.000 U.l. por cento nos frutos frescos e chega até 7430 nos secos. Os frutos secos cozidos reduzem este número a 2.000 U. I., ao passo que os açucarados e de conserva só têm 1.350. No que diz respeito às outras vitaminas, os damascos contêm a respeitável quantidade de dez gramas de vitamina B1, 160 gramas da B2, 12 mg da C e 33 mg de ácido ni-cotínico, em cada 100 gramas de damasco seco.

0 seu excepcional conteúdo de vitamina A faz dos damascos um regime alimentar de escolha nos casos de deficiências desta vitamina, assim como nas alterações da pele e das mucosas, infecções cutâneas, na cegueira noturna e nos períodos de gestação e da lactância, e ainda na convalescença de doenças graves, especialmente as de origem infecciosa, assim como nos processos de cura lenta, inapetência, fraqueza, anomalias do crescimento, doenças glandulares, processos patológicos das células hepáticas e do seu funcionamento e, finalmente, nas alterações da menstruação e na debilidade dos órgãos femininos.

A melhor forma de utilização é com os frutos secos amolecidos com o suco, frios ou quentes, mas nunca cozidos, tomados no princípio da refeição.

Fonte: Saúde através da alimentação natural

Eu comprei uma caixinha de damascos. Vou comer com sorvete de creme e chocolate.

Feliz Natal pra vocês.

Eraser

Wednesday, December 19th, 2007

Ao vivo, os visuais.

Aqui, só o projection screen:

david bowie - fashion

Monday, October 29th, 2007

Direto da lista de favoritos do Trent Reznor no Youtube.
No kiddin, sério, puxei da lista de favoritos do NIN oficial no Youtube.

Eu casaria com o DB. Não tou nem aí que ele tem 60 anos.
Aliás, acho que estou me apaixonando novamente pelas pessoas. Senti falta disso. Minhas duas atuais paixões têm 24 anos e 19 anos, respectivamente, mas eu daria pelo menos 30 para as cabeças pensantes.

Idade é estado de espírito.

Sabem, acho que eu finalmente estou voltando a ser eu mesma.
É uma declaração bombástica, não?
Hmmm… não, só pra quem me conhece muito bem.

Darjeeling?

Wednesday, October 10th, 2007

Borba Gato por Edgar Moura

Edgar enviou convidados para o chá.

Curiosidade: Darjeeling é o nome de uma região na Índia, de onde se originou esse tipo de chá. A região é belíssima, dêem uma olhada aqui no blog do GrandPooBah. Consigo imaginar a combinação magnífica e poética de se beber chá olhando para uma paisagem como essa. A sugestão do sabor do chá foi do próprio Edgar. Chá com fotografia, nada melhor.

(o nome do Edgar não tem D mas eu tinha colocado um D. Ficou assim britânico, Edgard. Pelo menos combinou com os chás indianos. Eu e as minhas trapalhadas semânticas. Vai ver é por isso que eu sou diretora de arte e não escritora.)

Postsecret

Tuesday, October 9th, 2007

Eu adoro esse site.

Tem dúzias de vídeos feitos por pessoas que gostam do site, vale a pena navegar um pouco pelo youtube e assisti-los.

Peter Greenaway

Thursday, September 27th, 2007

Acabei de receber por email, estava esperando esse evento desde que foi anunciado. IMPERDÍVEL. É daquelas coisas que acontecem só uma vez na vida.

O UOL passa a publicar o blog do cineasta e multiartista britânico Peter Greenaway, em parceria com o Videobrasil. Em outubro, Greenaway trará ao 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Sesc Videobrasil, em São Paulo, o projeto “Tulse Luper Suitcases”, considerado pelo artista “um manifesto sobre o futuro do cinema”.

A programação começa com uma performance de live image — na qual ele edita e reedita trechos de filmes projetados em telas de grande escala — e inclui instalação, palestras, uma ampla mostra dos curtas e longas-metragens do diretor e outras intervenções no Sesc Avenida Paulista.

No blog de Greenaway, cujo endereço é http://blogdovideobrasil.blog.uol.com.br, o internauta pode encontrar a troca de e-mails em que o artista e a curadoria do festival afinam o projeto. A idéia de publicá-la é do próprio artista e a iniciativa dá ao público a chance de compartilhar esse processo, comentá-lo e fazer perguntas a Greenaway e à equipe do festival.

Inspiração do artista para a obra, Tulse Luper foi um escritor que viveu entre prisões e desapareceu em 1989, deixando como legado o conteúdo de 92 maletas. A história do personagem, os objetos encontrados nas malas e um pano de fundo - a exploração do urânio no século 20 - compõem o projeto que Greenaway trará ao Brasil. O trabalho é um passo adiante na busca de novos horizontes para o cinema que caracteriza a obra do autor de filmes como “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” (1989) e “O Livro de Cabeceira” (1996).

O Festival Videobrasil, que é realizado pela Associação Cultural Videobrasil em parceria com o Sesc, acontece de 1º a 25 de outubro no Sesc Avenida Paulista (Av. Paulista, 119, São Paulo, tel. 0800 118 220)

O edifício parisiense que derreteu

Tuesday, September 4th, 2007

É o virtual interferindo no mundo real, causando o surreal. Lindo demais. É um mural na lateral de um edifício em Paris, pintado em trompe-l’oeil, não é photoshop.

Link do site original, achei via Pedro Doria.

Vale a pena ver…

Tuesday, September 4th, 2007

A série de posts “Quando a Arte vira Rock”, no Galaxy of Emptiness. Achei o link via Annix.

Esse blog, chamado BricaBraque, que me parece português, pelo estilo do vernáculo. É bom ler a flor do lácio não-assassinada, de vez em quando.

Monetize seu blog

Tuesday, September 4th, 2007

Vi em um post do Cintaliga que o Biajoni iniciou a campanha “Monetize seu blog” e resolvi Monetizar o meu. A pintura que eu escolhi é a “Gare de Saint-Lazare”, entre 1876 e 1877, Monet pintou 12 telas sobre o tema.

Gare de Saint-Lazare

Essa é a minha favorita. Veja as outras telas aqui nesse blog.

Pronto, meu blog está Monetizado.

Ainda sobre blogs, a opinião mais racional e lúcida vem (outra vez) do Hernani:

“Pois é, estamos preocupados em fazer da blogosfera um remendo da mídia de massa. O importante não é se bancar como blogueiro. A importância dos blogs está no protagonismo e nas possibilidades que se abrem na criação de projetos pessoais.”

O Paulo é outra voz disssonante do ataque capitalista que assolou os blogueiros:

“Tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas… até onde isso pode ir? Pode-se argumentar a partir da potencial infinitude da web, da própria auto-regulamentação que se cria naturalmente nessa ecologia digital, mas aí mesmo é que tá o ponto crucial. Essa moçadinha que quer virar um Interney do dia pra noite não pensa e nem considera conceitos como reputação, meritocracia, compartilhamento de conhecimento: o negócio é ver única e exclusivamente cifrões em qualquer lugar, e como-fazer-dinheiro-com-isso. Pensamento típico do século 20, não percebem que esse canibalismo capitalista está falido, ainda não chegaram ao século 21. Ok, vão ganhar algum dinheirinho, mas acabarão aprendendo do jeito mais difícil.”

Um link divertido e consciente da grande bobagem que é esse “modelo pré-bolha ressucitado” é o GWEI - Google Will Eat Itself.

A pergunta que deixo no ar é: afinal, o Youtube dá lucro? Ou é só mais um playground, que nem o Orkut?

Aliviada por encontrar eco dos meus pensamentos, volto ao meu chá.

I’ve become impossible

Tuesday, August 28th, 2007

we’re in this together

you and me
we’re in this together now
none of them can stop us now
we will make it through somehow
you and me
if the world should break in two
until the very end of me
until the very end of you

Glitch art

Monday, August 20th, 2007

Ah, que coisa maravilhosa. É o noise, que eu sempre amei e uso em meus trabalhos artísticos há mais de uma década, se tornando movimento artístico.

A beleza do ruído, assimilada.

Da Folha: “Tilts” viram arte digital e ganham a rede, link enviado pelo meu amigo e cúmplice de chá, MSurcan.


Mercado de arte não está pronto para era digital, diz especialista
ADRIANA FERREIRA SILVA
da Folha de S.Paulo
Entrevista com Edmond Couchot

Fonte: Folha Online

A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.

Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação “Les Pissenlits”, a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.

Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?

Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.

Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?

Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.

Folha - Então, a interatividade tem uma história?

Couchot
- Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados –que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.

Folha
- Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões…

Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.

Folha - A arte contemporânea seria “religiosa”, e a digital, “profana”?

Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.

Folha
- No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?

Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.

Folha
- Como fica a autoria?

Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com “Le Pissenlits”, por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.

Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?

Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.

Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência

Anjo de dezembro

Friday, June 22nd, 2007

Marlene

Nasceu em 27 de dezembro de 1901. Eu não sabia. Sou muito fã dela, desde criancinha.
Ela morreu em 1992, aos 91 anos. Eu chego lá, Marlene.