Friday, July 4, 2008

'Portmanteau'

Sonho de Cesare, nesta 6a.feira, à meia-noite e meia

Thursday, June 12th, 2008

Curtas na TV

=> SONHO DE CESARE
O que Cesare sonhou enquanto o Dr. Caligari o hipnotizava? Direção: Daniela Castilho.

Estréia: Sexta-feira (13/Jun) - 24h30

Reprises:
Sábado (14) - 7h
Domingo (15) - 1h e 21h30
Segunda (16) - 23h
Terça (17) - 6h30
Quinta (19) - 5h

TV CÂMARA pela Internet:www.tv.camara.gov.br

A TV Câmara pode ser sintonizada no canal 27 em UHF no Distrito Federal e nos canais 14 da NET (no DF), 28 da Sky Net, 16 da TECSat, 235 da Direct TV, 67 da TVA (grande São Paulo) e por antena parabólica em todo o País.

Confira a programação do MFL2008

Sunday, February 17th, 2008

Seguem os dias e locais que meus filmes serão exibidos na MFL2008:

Art of Noise:
* Dia 24-02-2008
* 18:00 - Pílulas (Sala de Cinema - CCBB)
* Dia 08-03-2008
* 17:00 - Pílulas (Sala de Vídeo - CCBB)

Sideshow:
* Dia 24-02-2008
* 18:00 - Pílulas (Sala de Cinema - CCBB)
* Dia 08-03-2008
* 17:00 - Pílulas (Sala de Vídeo - CCBB)

Dies Irae
* Dia 24-02-2008
* 18:00 - Pílulas (Sala de Cinema - CCBB)
* Dia 08-03-2008
* 17:00 - Pílulas (Sala de Vídeo - CCBB)

Importante: É na cidade do Rio de Janeiro.

Mostra do Filme Livre, aí vou eu

Monday, January 21st, 2008

A MFL 2008 selecionou, dos 691 inscritos, 220 filmes, entre curtas, médias e longas de todos os formatos, gêneros e feitos em qualquer época. A curadoria, feita por Christian Caselli, Francisco Serra, Guilherme Whitaker e Poliana Paiva, assistiu a todos os filmes em 45 dias, definindo os que têm mais a ver com o conceito de filme livre e os filmes que serão indicados aos prêmios. Em breve a lista dos indicados.

Os seguintes filmes foram selecionados para a Mostra do Filme Livre:

- Art of Noise
- Dies Irae
- Sideshow

Três filmes. Emplaquei TRÊS FILMES NA MOSTRA DO FILME LIVRE DO RIO!!!
YEAH.

Lista completa aqui.

Sideshow na Mostra do Audiovisual Paulista

Friday, December 14th, 2007

de 11 a 16 de dezembro
Programação completa: site da Mostra do Audiovisual Paulista

O meu videodocumentário poético “SIDESHOW” será foi exibido na Mostra, no dia 13 de dezembro, na Cinemateca, às 16 horas na Sala Petrobrás. Estou muito contente do filme ter sido convidado!

Vejam aqui a página do filme no site da Mostra.

Edit: olha só o catálogo, que lindo. Peguei ontem, na Cinemateca.

catálogo da Mostra do Audiovisual Paulista

“Sideshow” e “Moving Pictures” na TV Câmara

Monday, October 1st, 2007

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A TV Câmara irá exibir dois dos meus curtas da série “Portmanteau”:

“Sideshow”
Estréia: Sexta-feira (05/10) - 23h
Reprises: Sábado (06/10) - 24h; Domingo (07/10) - 2h30; Segunda (08/10) - 23h e Quinta (11/10) - 5h

“Moving Pictures”
Estréia: Sábado (06/10) - 7h
Reprises: Domingo (07/10) - 12h30 e 21h30 e Terça (09/10) - 6h30

TV CÂMARA pela Internet: www.tv.camara.gov.br

Glitch art

Monday, August 20th, 2007

Ah, que coisa maravilhosa. É o noise, que eu sempre amei e uso em meus trabalhos artísticos há mais de uma década, se tornando movimento artístico.

A beleza do ruído, assimilada.

Da Folha: “Tilts” viram arte digital e ganham a rede, link enviado pelo meu amigo e cúmplice de chá, MSurcan.


Mercado de arte não está pronto para era digital, diz especialista
ADRIANA FERREIRA SILVA
da Folha de S.Paulo
Entrevista com Edmond Couchot

Fonte: Folha Online

A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.

Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação “Les Pissenlits”, a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.

Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?

Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.

Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?

Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.

Folha - Então, a interatividade tem uma história?

Couchot
- Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados –que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.

Folha
- Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões…

Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.

Folha - A arte contemporânea seria “religiosa”, e a digital, “profana”?

Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.

Folha
- No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?

Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.

Folha
- Como fica a autoria?

Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com “Le Pissenlits”, por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.

Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?

Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.

Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência

“Dies Irae” na TV Câmara

Tuesday, May 29th, 2007

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Próxima sexta-feira, dia 01 de junho, no programa Curtas na TV, às 22:00, na TV Câmara, será exibido meu curta “Dies Irae”.

Assista “Dies Irae” no site da TV Câmara

A exibição dos outros curtas da série “Portmanteau” está confirmada, eu aviso quando souber quando serão exibidos. Alguns deles estão postados na minha página do Youtube.

Coisas randômicas

Monday, April 23rd, 2007

Comecei a rascunhar a minha monografia. Isso é muito difícil. Definição da wikipedia:

“A monograph is a scholarly book or a treatise on a single subject or a group of related subjects, usually written by one person. It is a one-time publication that is complete in itself. It may refer to a detailed, well-documented work on a limited subject or a person.”

Eu consegui desenhar dentro da minha cabeça o que eu quero escrever. Já é um avanço. tenho tido que enfrentar coisas dificílimas para mim: não tenho facilidade em escrever, sou disléxica e sempre tenho a tendência de achar que dá para resumir tudo muito melhor em imagens.

Meu livro da Santaella chega amanhã. Depois de reler uma pilha imensa de anotações, cheguei a conclusão de que a Santaella é a melhor teórica para eu montar o fio condutor dessa monografia.


Começaram a sair os reviews do album Year Zero, do Nine Inch Nails. As opiniões estão divididas. De críticos dizendo que ele é um gênio a críticos dizendo que ele é “pretensioso e que o som do NIN nunca foi interessante” (Fred Shuster, Music Critic, quem é esse cara?), o album pode ser tudo, menos tedioso.

Eu, sinceramente, gosto de algumas músicas, não gosto de algumas e detesto algumas. Os fanáticos que me desculpem, mas ninguém me convence a gostar de “Survivalism”, por exemplo, ou “The Beginning of the End”. São horríveis.

As músicas que eu mais gosto são “The Good Soldier”, “Vessel”, “Me, I´m Not” (na minha opinião, a que mais “tem cara” de Nine Inch Nails), “My Violent Heart”, “In This Twilight” e “Zero Sum”. Tem várias músicas com batida hip-hop mas achei muito artificial. Trent é um cara branco de classe média que sempre fez industrial da melhor qualidade, o que ele sabe de hip-hop? Sei que ele está andando com Saul Williams mas acho a influência fraca.

No geral, Year Zero é um album que soa muito mais pop do que industrial e me deu muita saudade da era “Fragile”, “Downward Spiral” e “Pretty Hate Machine”. Há especulações sobre “crise da meia idade” e outras bobagens desse teor. Eu penso que a crise autoral pela qual TR está passando está muito mais relacionada às escolhas musicais. Quando ouço a perfeição magnífica que é “And All That Could Have Been” fico pensando onde foi parar o conhecimento musical de Trent Reznor. Eu sei que ele sabe fazer música, que ele sabe compor maestralmente com camadas de ruídos, mas em Year Zero, a musicalidade foi pro ralo e várias faixas soam como café feito por outra pessoa e requentado.

Vamos ver como fica a segunda parte do album, já que ele prometeu que vai entregar um segundo album ainda no mesmo tema e que o ARG ainda continua por mais dezoito meses. E vamos ver se a movimentação que ele está causando consegue atingir algum dos objetivos que ele quer.

Eu me tornei associada do The Spiral e em pouco mais de uma semana fiquei desapontada. Nada de novo no blog de TR e apenas o fórum de fãs, incompleto. Os fãs pisam em ovos, têm medo de ofender “deus”, que é moderador e administrador do site. Qualquer ofensa ao colérico senhor TR pode significar banimento pra vida toda. A caixa postal de Mr. Reznor podia ter ao menos uma resposta automática, mandei recado e nada. Nem isso. Pena. Vamos ver se o site melhora com o tempo (a assinatura é por um ano) e se meu kit-fã (que inclui camiseta e litografias) chega logo e vale a pena. Quanto ao fórum, o ETS é infinitamente mais divertido, fico por lá.


Estive assistindo alguns episódios de CSI online. Só tem duas coisas que me fazem ter saudades de ter TV: CSI e Cold Case. Considerando-se o custo/benefício, assim que a minha situação financeira melhorar, acho que vou começar a caçar os DVDs.

Eu tenho três novidades no forno, mas ainda não posso falar muito sobre elas. Uma está relacionada aos meus cursos, a segunda a uma produtora e a terceira a um programa de rádio. Assim que alguma delas acontecer, eu conto. Cruzem os dedos.


Quem nunca assistiu, imperdível:”Pirates of Silicon Valley” completo no GoogleVideo. Sorry, sem legendas.

WhiteNoise

Sunday, March 25th, 2007

WhiteNoise - Portmanteau #10

“I have nothing to say / and I am saying it / and that is poetry / as I needed it”
# John Cage

Trabalho final da pós-graduação.
Não me odeiem, é um video conceitual. Vou escrever uma monografia de 80 páginas sobre ele.


“I like to see things moving backwards. It holds a possibilitie of some beautiful accidents. That´s allways exciting cause a beautiful accident can sometimes leads to something more and discoveries can be made.”
- David Lynch

A compressão em FLV que o Youtube faz automaticamente gerou acidentes de ruídos de imagem que não existem no meu vídeo quando não compactado. A compactação fez com que as letras dos créditos iniciais fiquem praticamente ilegíveis e gerou um ruído de ciclo de monitor horizontal que não existe no arquivo AVI nem no arquivo MPG (transcodificado a partir do AVI original). Um lindo acidente ruidoso. Um lindo acidente que comprova parte da hipótese que já estou escrevendo para a pré-tese do mestrado que quero fazer.


“I love the smell of noise in the morning.”


Se estiver muito duro de assistir com os lindos ruídos da trilha sonora, você pode tocar uma musiquinha junto (mas não abaixe o som do vídeo totalmente senão não funciona tão legal, acione a música primeiro, deixa tocar um bocadinho e lá pelo terceiro ou quarto compasso, assim que o piano começar, acione o vídeo):
Eu não me ofendo, juro. =)

phi

Thursday, March 22nd, 2007

A ratio is the quotient of two quantities.

phi

Phi is a proportion or ratio - approximately
1 : 1.618

(First defined by Euclid around 300 B.C.)


Some systems of proportions were based on:

1. The musical intervals

2. The Human Body

3. The Golden Ratio

The Golden Ratio is also called extreme and mean ratio. According to Euclid,

A straight line is said to have been cut in extreme and mean ratio when, as the whole line is to the greater segment, so is the greater to the less.

phicat

“Geometry has two great treasures: one is the theorem of Pythagoras, the other the division of a line into mean and extreme ratios, that is phi, the Golden Mean. The first way may be compared to a measure of gold, the second to a precious jewel.”
- Johannes Kepler (1571-1630)

Matemática é poesia.

Quem tem medo da Alice?

Sunday, December 3rd, 2006

A minha pequena animação de suspense está dando resultados curiosos e inesperados. Foi um dos desenhos de “língua espanhola” mais vistos no Youtube em apenas um dia.

O Marcos confessou que deu medo nele.

Eu sei. Está tosco. Mas é engraçada. E pelos recentes comentários, assustadora.

Nota posterior: Meu querido Rafael também teve medo. Meninos, vocês me encantam.

Comunicação interrompida

Tuesday, October 24th, 2006

Estou filosófica hoje. Andaram acontecendo várias coisas interessantes na minha vida nos últimos quatro dias, a maioria delas, infelizmente, não posso revelar ainda. Muitas relacionadas a estudo e trabalho, algumas relacionadas à vida pessoal.

Revelar é uma palavra deveras interessante que está perdendo o significado nos dias atuais, como muitas outras palavras. Infelizmente as pessoas não amam mais as palavras, não as conhecem, não as compreendem.

Revelar
do Lat. revelare
v. tr., tirar o véu a; descobrir; divulgar; mostrar; denunciar; declarar; fazer conhecer sobrenaturalmente;
Fot., fazer aparecer a imagem pelo banho na matriz fotográfica;
v. refl., dar-se a conhecer; manifestar-se.

do Lat. rebellare v. int. e refl., ant.,
ser revel; rebelar-se.

Não vou revelar nada. Divirtam-se vendo um vídeo e imaginando - as palavras “imagem” e “imaginar” tem muito em comum.

Esse vídeo se chama MúsicaLuz e foi feito por mim :)