Friday, May 9, 2008

'Tecnologia'

Etienne de Crecy at the “transmusicales de Rennes” music festival

Wednesday, March 26th, 2008

Enviado para mim pelo Guilherme.


Etienne De Crecy Live 2007 Transmusicales de Rennes from Clement bournat on Vimeo.

Vírus no Orkut

Wednesday, December 19th, 2007

Definição de vírus: vírus é um pequeno programa cuja principal função é se multiplicar. Às vezes os vírus são danosos, às vezes não. Nem sempre um vírus de computador tem função de prejudicar o próprio computador.

A Angel me mandou um email, o Orkut teve um ataque viral. O vírus era interessante, a principal função dele era se multiplicar pelo próprio Orkut. O Inagaki escreveu um artigo detalhado sobre o assunto.

Há anos eu uso Firefox e recomendo o uso a todo mundo. O Internet Explorer é muito vulnerável a esses tipos de ataques. O Firefox não é. O Firefox, além das configurações habituais dele, possui complementos que aumentam a segurança. Eu uso um bloqueador de po-ups e um bloqueador de propagandas. Uso também um firewall, o ZoneAlarm, que recomendo para todo mundo.

Não peguei o vírus do Orkut, só soube dele porque a Angel me avisou. Segurança de rede é isso, é se cercar de ferramentas que evitem os problemas para você.

Glitch art

Monday, August 20th, 2007

Ah, que coisa maravilhosa. É o noise, que eu sempre amei e uso em meus trabalhos artísticos há mais de uma década, se tornando movimento artístico.

A beleza do ruído, assimilada.

Da Folha: “Tilts” viram arte digital e ganham a rede, link enviado pelo meu amigo e cúmplice de chá, MSurcan.


Mercado de arte não está pronto para era digital, diz especialista
ADRIANA FERREIRA SILVA
da Folha de S.Paulo
Entrevista com Edmond Couchot

Fonte: Folha Online

A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.

Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação “Les Pissenlits”, a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.

Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?

Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.

Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?

Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.

Folha - Então, a interatividade tem uma história?

Couchot
- Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados –que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.

Folha
- Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões…

Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.

Folha - A arte contemporânea seria “religiosa”, e a digital, “profana”?

Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.

Folha
- No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?

Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.

Folha
- Como fica a autoria?

Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com “Le Pissenlits”, por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.

Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?

Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.

Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência

O tempo é uma ironia.

Thursday, July 5th, 2007

Vejam o comercial que lançou os computadores Apple de Steven Jobs, em 1984, parodiando o livro 1984, de George Orwell.

A Apple tinha ambição de se tornar um fabricante de computadores pessoais mais eficientes e populares que os da IBM. A IBM vem desaparecendo na poeira, a Apple acabou se tornando uma griffe, produzindo um computador que é definido como objeto de consumo de pessoas ricas, um símbolo de poder econômico, uma peça de design. Bill Gates dominou o mundo com o rWindows.

Vejam a paródia da paródia, chamada “Vote Different” (o slogan da Apple é “think different”) feita para a campanha política de Barack Obama.

Nada como viver bastante para apreciar a ironia da vida e as voltas que o mundo dá.

Simbecis

Thursday, July 5th, 2007

Era uma vez um trio de irmãos sims chamados Simbecis (pra quem nunca ouviu falar, existe um jogo feito pela Maxis que já vendeu mais de 30 milhões de cópias em 17 países chamado The Sims, é o jogo para PC mais vendido da história dos jogos eletrônicos).


Simbecis 1

Eles nasceram em meados de 2001 porque eu não sabia como criar e alimentar sims. Os Simbecis foram a primeira família de sims que eu tentei criar que sobreviveu a todos os desastres que podem acontecer aos sims (e que acontecem, acreditem). Desde que surgiram, suas histórias já foram lidas por mais de 60 mil pessoas em dois endereços diferentes, aqui e aqui. Eu tinha aposentado o trio em 2003 e não atualizei mais esses sites. Todos acharam que era o fim dos Simbecis, inclusive eu.

Eles voltaram. Versão The Sims 2. Mais acidentados, mais simbecis e mais engraçados.

Simbecis 2

Faz uma semana que os Simbecis 2 estão no ar. Nos últimos três dias, a audiência deles já superou a do chá, que, acreditem, possui números de audiência bastante impressionantes.

Dêem uma passadinha no endereço dos Simbecis 2 e leiam. Depois voltem pra me contar o que acharam deles.

E boas vindas aos novos bebedores de chá, que tenho visto carinhas novas aqui entre os frequentadores. Não desligue, sua ligação é muito importante para nós. ;)

Nota: Por favor, quem puder divulgar meu curso de Direção de Arte em Cinema e o curso A moda no Cinema, que será ministrado pela minha irmã, eu agradecerei imensamente eternamente, incluirei nas minhas orações diárias pedindo todas as bençãos do mundo e dedicarei muitos chás.

A internet se auto-gerencia, sim

Friday, May 4th, 2007

Leio um comentário de um blogueiro mau-humorado expressando a velha reclamação da mídia tradicional sobre a “incontrolabilidade” dos usuários em comunidades online, esquecendo de comentar também que a comunidade se auto-controla. (prefiro nem linkar o tal blog).

O blogueiro teve um surto reacionário de “mídia tradidional”, falando de apenas um lado da questão - o que interessa à mídia tradicional - com o argumento velho e batido que se usa para justificar que currais de informação e controle de infomação são bons, porque fazem bem às pessoas, e de que a internet é muito incontrolável, por isso está cheia de contravenções e conteúdos impróprios.

Isso não é verdade, mas uma distorção da verdade em prol de um pensamento controlador, retrógrado, reacionário, censor e paternalista onde um BigBrother todo poderoso existe para “proteger” as pessoas, coitadinhas, que não sabem escolher o que é melhor para elas.

O Cris Dias, como sempre, escreveu um artigo muito lúcido sobre o que ressucitou esse antigo debate: os números que permitem que se destrave o código encriptados dos novos DVD-HD, “quebrando” a proteção dos DVDs e permitindo cópias.

O Cris cita ainda em seu artigo um comentário do Paulo Henrique Amorim, “user content is loser content”, que reforça a antiga noção paternalista de que “os editores sabem melhor decidir conteúdo”. Pô, Paulo, que mancada. Você também, como o blogueiro que prefiro não citar, teve um surto reacionário.

Se vão mesmo processar o Digg, ainda não sei, mas se processarem irão cometer um erro que só vai aumentar o movimento em prol de espalhar o “código proibido” e aumentar o movimento em prol do Digg, porque quando a comunidade online quer, uma informação é replicada às raias do infinito e servidores são até mesmo derrubados, como no caso da Cica, lembram?

A comunidade online tem condições de fazer auto-gestão e auto-seleção do que quer ou não combater e do que quer ou não que seja perpetuado. Como mais um exemplo, vejam o caso da pedofilia no Orkut onde um perfil de pedófilo foi denunciado por mais de cem mil pessoas.

A reclamação real por trás do caso do Digg citado pelo Cris e no tal blog do usuário inconformado com o caos da internet é o que a mídia tradicional faz: que o “controle da informação” mudou de mãos, ao invés de pertencer aos todo-poderosos editores e programadores de conteúdo, passou a pertencerà audiência. Claro, isso aumenta a democracia, aumenta o acesso à informação e faz cair as vendas de jornal e o poder da mídia tradicional.

Por isso eu digo sempre: longa vida à incontrolável internet.

Leiam:
- Esqueça 4, 8, 15, 16, 23, e 42 por Cris Dias
- Digg This: 09-f9-11-02-9d-74-e3-5b-d8-41-56-c5-63-56-88-c0
- What’s Happening with HD-DVD Stories? por Jay Adelson
- E o Digg vai para o espaço junto com o DRM - veja nesse link os videos postados no Youtube com o “código proibido”, são sensacionais
- A declaração de Kevin Rose, fundador do Digg, sobre o assunto, apoiando a decisão da comunidade
- Digg aprendeu o poder da comunidade por Gilberto Jr
- A quebra da proteção anti-cópia do HD-DVD, o Digg, e o futuro do DRM e das indústrias de música e cinema por Elcio
- A Revolta do DRM - Como a MPAA quer proibir um número

Assunto mais velho que a internet

Wednesday, April 25th, 2007

Adoro como algumas coisas somem e reaparecem (na internet) como se fosse a maior novidade do mundo. Uma delas, enviada pela minha amiga Sandra, que tem sido vítima de plagiadores e ladrões virtuais, seria risível se não fosse trágica: o artigo sobre código de conduta para blogs publicado no Globo.

Seria risível pelo repeteco e a falta de ineditismo na notícia (old news, very old news): os trolls sempre existiram, só acharam mais um espaço pra se manifestar. Se você clicar ali no termo “troll” (o link aqui é da wiki em português) vai ver que eu linkei um artigo da wikipedia que diz que eles apareceram pela primeira vez na Usenet nos anos 80. O assunto perde a graça e se torna trágico quando paramos para pensar que mesmo depois de mais de dez anos de internet no Brasil as pessoas ainda não aprenderam a usar a internet direito e muita gente se comporta como verdadeiros delinqüentes virtuais (o que faz com que o assunto volta e meia retorne às notícias).

Já há alguns anos, o blogueiro é responsável pelo lixo em seu quintal, ou seja, comentários ofensivos ou que violem alguma lei. Só que parece que ainda tem gente que não sabe disso. Pois vamos refrescar a memória: o Imprensa Marrom foi tirado do ar em 2004 por causa de um comentário postado lá. História velha. Foi por causa desse acontecimento, inclusive, que o chá aqui passou a exigir registro prévio, identificação ou no mínimo aprovação para qualquer coisa que seja comentado aqui por outras pessoas que não eu. A Casa de Chá está no ar há 4 anos sem maiores incidentes por causa disso. Se alguém for tentar me tirar do ar, que seja por causa das coisas que eu falo e não por causa de alguém que postou alguma coisa em alguma página lá nos arquivos e que eu nem tenha visto - que foi o que aconteceu com o Gravataí Merengue.

As pessoas precisam saber mais sobre internet e se informar melhor.

Primeiro, como eu digo desde 2004, o chá é meu, eu pago o servidor e me reservo o direito de selecionar comentários. É um espaço privado, tem dono, embora esteja publicado na rede. Não é porque está na rede que não tem dono - embora exista muita gente que pensa que sim.

Segundo, ninguém, absolutamente NINGUÉM é completamente anônimo na internet. Você está conectado a um servidor, tem número de IP e com um mandado judicial na mão (ou com alguns cookies bem configurados, mas isso é outra história), qualquer um pode achar você.

Comporte-se.

Leiam no blog do Gilberto, o código de conduta do blogueiro, proposto pelo Tim O’Reilly, que foi o primeiro lugar onde li a respeito. Tim é um sujeito educado. Eu teria chamado isso de “código de auto-proteção do blogueiro”, isso sim.

E pra aproveitar o chá, vou citar aqui algo que acho mais que perfeito, os “dez mandamentos do blogueiro”, adaptados dos “dez mandamentos” de foruns, jogos online, etc, para a blogsfera pelo site AnonymousCoworker:

1. Thou shall not be a mommyblogger (being a mother who blogs is acceptable)
2. Thou shall not comment anonymously
3. Thou shall not be a catblogger
4. The media shall not use the phrase “weblog or blog”
5. Thou shall not be offended by a blog, thou shall simply move on to a new page
6. Thou shall not lurk
7. Thou shall not feed the trolls
8. Thou shalt comment
9. No stealing the work of others and passing it off as your own
10. Thou shalt link back

Traduzindo:

1. Não serás uma mamãe-blogueira (ser uma mãe com um blog é aceitável; “mommybloggers” são aquelas que criam blogs para ficar falando de seu bebê, o que ele comeu hoje, que nasceu o primeiro dentinho, que ele sorriu, etc…)
2. Não comentarás anonimamente
3. Não serás um blogueiro que só fala de gatos (”catblogger”, mesma coisa que a “mommyblogger”, só que o “bebê” é o gato)
4. A mídia não deverá usar a frase “weblog ou blog”
5. Não se sentirás ofendido por um blog, simplesmente irás para outro site
6. Não ficarás apenas lendo em silêncio
7. Não alimentarás os trolls
8. Deverás comentar
9. Não roubarás trabalhos dos outros e passar adiante como se fosse seu
10. Linkarás de volta

É isso. Chá também é cultura.

Tecnologias da informação e da comunicação

Thursday, April 19th, 2007

“Hoje, com as idéias mais ajustadas, posso definir com mais precisão o que tenho entendido por cultura das mídias. Ela não se confunde nem com a cultura de massas, de um lado, nem com a cultura virtual ou cibercultura de outro. É, isto sim, uma cultura intermediária, situada entre ambas. Quer dizer, a cultura virtual não brotou diretamente da cultura de massas, mas foi sendo semeada por processos de produção, distribuição e consumo comunicacionais a que chamo de ‘cultura das mídias’. Esses processos são distintos da lógica massiva e vieram fertilizando gradativamente o terreno sociocultural para o surgimento da cultura virtual ora em curso.”
- Lucia Santaella
Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano

life unbalanced

Wednesday, April 18th, 2007

Life out of balance

Koyaanisqatsi (1982)

Tenho medo da maçã

Saturday, April 14th, 2007

Tudo bem, Bill Gates é o demônio ou tem parte com ele.
Mas a Apple não fica muito atrás.

“Apple reserves the right, at any time and from time to time, to update, revise, supplement, and otherwise modify this Agreement and to impose new or additional rules, policies, terms, or conditions on your use of the Service. Such updates, revisions, supplements, modifications, and additional rules, policies, terms, and conditions (collectively referred to in this Agreement as ‘Additional Terms’) will be effective immediately and incorporated into this Agreement. Your continued use of the iTunes Music Store following will be deemed to constitute your acceptance of any and all such Additional Terms. All Additional Terms are hereby incorporated into this Agreement by this reference.”

Me lembrou o termos de uso do windows 95, que era tão abusivo, que o pessoal fez uma paródia falando que instalando windows, você aceitava automaticamente exngraxar os sapatos do Bill Gates por um ano e trabalhar de mordomo na casa dele.

“d. In order to access and retain your electronic records, you may be required to have certain hardware and software, which are your sole responsibility.”

Adorei essa. Sim, eu tenho algum software e hardware para acessar e gravar os meus arquivos eletrônicos de áudio - e nenhum deles é Apple nem itunes. Não entendo essa frase, vai ver é o meu inglês, alguém traduz, por favor? :p

Cara, itunes é um audio player. Para escutar música. Não é?

O SOFTWARE APPLE NÃO FOI DESENVOLVIDO PARA UTILIZAÇÃO NA OPERAÇÃO DE INSTALAÇÕES NUCLEARES, SISTEMAS DE NAVEGAÇÃO OU DE COMUNICAÇÃO DE AERONAVES, SISTEMAS DE CONTROLO DE TRÁFEGO AÉREO, EQUIPAMENTO DE SUPORTE DE VIDA OU OUTROS EQUIPAMENTOS NOS QUAIS A FALHA DO SOFTWARE APPLE PODERIA CAUSAR A MORTE, DANOS PESSOAIS, GRAVES LESÕES CORPORAIS OU DANOS AMBIENTAIS.

Tenha medo. Itunes derruba avião?

A presente Licença está em vigor até ser terminada.

Aham. Vai ver isso não é óbvio, assim como não era óbvio que se eu usasse itunes, poderia derrubar um avião.

O Utilizador RECONHECE E ACEITA EXPRESSAMENTE QUE O RISCO DECORRENTE DA UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE APPLE (CONFORME DEFINIDO ACIMA) E DOS SERVIÇOS (CONFORME DEFINIDOS ACIMA) É EXCLUSIVAMENTE SEU E QUE TODO O RISCO REFERENTE À QUALIDADE SATISFATÓRIA, DESEMPENHO, EXACTIDÃO E ESFORÇO DEPENDE DE SI.

Itunes me parece muito perigoso.
A 3COM tem parte com o negócio, embora eu não tenha entendido muito bem qual. Ainda assim, o termos de uso do Itunes traz essa singela frase:

Sem prejuízo do atrás disposto, em nenhuma circunstância a 3Com será responsável por atrasos ou incapacidade operacional resultante directa ou indirectamente de actos da natureza, forças ou causas para além do seu controlo razoável, incluindo, sem limitação, falhas da Internet, falhas do equipamento informático, falhas do equipamento de telecomunicações, falhas de outros equipamentos, falhas no abastecimento de energia eléctrica, greves, disputas laborais, motins, insurreições, distúrbios na ordem pública, faltas de mão-de-obra ou materiais, incêndios, inundações, tempestades, explosões, actos de força maior, guerra, acções governamentais, ordens de tribunais nacionais ou internacionais, incumprimento por parte de terceiros, assim como perdas ou flutuações no aquecimento, iluminação ou ar condicionado.

Não era apenas um software para escutar música?
Aparentemente, não.

“You agree that you will not export or re-export any of the software or Confidential Information received from Apple (a) into (or to a national or resident of) any U.S. embargoed countries (currently, Cuba, Iran, Libya, North Korea, Sudan, or Syria; or (b) to anyone on the U.S. Treasury Department’s list of Specially Designated Nationals or the U.S. Department of Commerce Denied Person’s List or Entity List. You also agree that you will not use said software for any purposes where prohibited by United States law, including, without limitation, the development, design, manufacture or production of nuclear, missile, chemical or biological weapons.”

Rapaz, continuarei usando winamp.


Links, para vocês verem que eu não estou inventando:
- http://www.apple.com/legal/itunes/us/service.html
- http://www.apple.com/legal/
- Apple Software License Information
- Apple Press Release
- iTunes’ questionable terms and conditions

Enquanto isso, após a última atualização do XP…

Thursday, February 15th, 2007

Eu tenho um windows XP oficial, que atualiza automaticamente via Microsoft. Eu também tenho Zone Alarm, firewall. Muita gente reclama do Zone Alarm, mas basicamente, quem reclama é porque não sabe usar.

Vejam que bonitinha essa mensagem que o Zone Alarm soltou hoje de manhã:

Internet Explorer is trying to monitor your system to observe what events are occurring.
If Internet Explorer needs to monitor your system to observe what events are occurring and you trust this program, then give it permission. If you do not trust this program or the program does not need to monitor your system then deny it. If you are unsure, you can always deny access and run the program again, if it is required.

Why?
Internet Explorer is potentially malicious. It may be attempting to monitor your system to observe what events are occurring to retrieve information about you or your system.

A Microsoft transformou o internet explorer em um programa que monitora as atividades de teclado e mouse? A princípio, achei que eu tinha um vírus.

O antivírus e o antispyware não encontraram nada. O Firefox está normal.
A Microsoft transformou o internet explorer em um programa que monitora as atividades de teclado e mouse? Estranho, não? Não consigo encontrar um motivo técnicno (CSS, streaming, whatever) para o IE fazer isso. Até eu saber, estás bloqueado, Uncle Bill.

Technology is the future

Tuesday, February 6th, 2007