Tem uma lagarta no meu jardim
Sunday, November 5th, 200608:30 AM
Ela me acordou.
12:51 PM
Tchau, lagarta. Você me fez sentir pequenina.
08:30 AM
Ela me acordou.
12:51 PM
Tchau, lagarta. Você me fez sentir pequenina.
Ano : 2006
Mês - Bebedores de chá únicos - Xícaras
Jan - 3104 - 23874
Feb - 3054 - 24893
Mar - 4373 - 30683
Apr - 4839 - 34641
May - 6088 - 35802
Jun - 5710 - 30075
Jul - 6627 - 34011
Aug - 9081 - 43667
Sep - 9667 - 39512
Oct - 8948 - 14652
Nov - 1237 - 1824
Total - 62.728 bebedores de chá únicos bebendo 112.401 xícaras
Mais ou menos metade desses bebedores de chá bebem via RSS/Feed.
A Casa de Chá agradece a preferência!


we were accidents waiting to happen
A entropia (do grego εντροπία, entropía) é uma grandeza termodinâmica associada ao grau de desordem de um sistema macroscópico. Equivalentemente, mede a parte da energia que não pode ser transformada em trabalho. É uma função de estado cujo valor cresce durante um processo natural em um sistema fechado.
A teoria da informação diz que quanto menos informaçoes sobre o sistema, maior será sua entropia. Isso remete ao fato de as equações matemáticas para a entropia usarem métodos probabilísticos para serem deduzidas, sendo assim quanto maior o número de arranjos possíveis, maior será a entropia.
Fonte: Wikipedia
Recentemente, foi publicado na Europa a tradução atualizada do clássico Enthropy de Jeremy Rifkin, que apresenta a tendência universal de todos os sistemas - incluídos os econômicos, sociais e ambientais - a passar de uma situação de ordem à crescente desordem.
“a lei da entropia mina a idéia da história como progresso. A lei da entropia destrói a idéia de que a ciência e a tecnologia criam um mundo mais ordenado”.
Originalmente, “entropia” (troca interior) surgiu como uma palavra cunhada do grego de em (en - em, sobre, perto de…) e sqopg (tropêe - mudança, o voltar-se, alternativa, troca, evolução…).
“a energia total do universo é constante e a entropia (a desordem) total está em contínuo aumento”.
A entropia é a inversão do tempo, ou seja, esse aspecto do tempo pelo qual quanto mais se regride no tempo, mais “intenso” é o tempo. E quanto mais se progride mais “diluído” é o tempo. É o tempo em seu aspecto negativo: nós estamos acostumados a pensar no devir do cosmos como um progressivo vir-a-ser, mas, na verdade, trata-se de um regressivo deixar-de-ser sem aniquilar-se: acumula-se um “entulho de ser”. Como mostram muito bem os físicos Bernhard e Karl Philbert, não só o espaço é função do tempo, mas o próprio tempo é função do tempo. Não podemos pensar num tempo uniforme e linear e separado das coisas, mas num tempo entrópico, que se degrada com o tempo, tendendo assintoticamente ao fim do próprio tempo; ou, como se poderia dizer satiricamente: “o tempo vai morrer com o tempo” (ou na visão joanina: “Não haverá mais tempo” Ap 10, 6).
Sexta-feira à noite nas Satyrianas – uma Saudação à Primavera
rude /rud/ Pronunciation Key - Show Spelled Pronunciation[rood] Pronunciation Key - Show IPA Pronunciation
–adjective, rud‧er, rud‧est.
1. discourteous or impolite, esp. in a deliberate way: a rude reply.
2. without culture, learning, or refinement: rude, illiterate peasants.
3. rough in manners or behavior; unmannerly; uncouth.
4. rough, harsh, or ungentle: rude hands.
5. roughly wrought, built, or formed; of a crude construction or kind: a rude cottage.
6. not properly or fully developed; raw; unevolved: a rude first stage of development.
7. harsh to the ear: rude sounds.
8. without artistic elegance; of a primitive simplicity: a rude design.
9. violent or tempestuous, as the waves.
10. robust, sturdy, or vigorous: rude strength.
11. approximate or tentative: a rude first calculation of costs.
1: socially incorrect in behavior; “resentment flared at such an unmannered intrusion” [syn: ill-mannered, unmannered, unmannerly] 2: (of persons) lacking in refinement or grace [syn: ill-bred, bounderish, lowbred, underbred, yokelish] 3: lacking civility or good manners;
“pouco é tudo que é insuficiente para suprir seu desejo”
“Adrift and at Peace, Gone, Still & Leaving Hope”
“mas o binário se torna analógico”…
O vídeo na tela é de Bill Viola.
A expressão “roll the bones” é uma gíria para “rolar os dados”.
Why are we here?
Because we’re here
Roll the bones, roll the bones
Why does it happen?
Because it happens
Roll the bones, roll the bones…
Sim, tem máquinas de lavar roupa no palco. Ao final do show, Geddy Lee desligava as máquinas e jogava as camisetas para a platéia.
“são daquelas coisas que simplesmente acontecem”
Olha só o que eu achei! Maravilhoso, maravilhoso! Faz minha cabeça totalmente. Simplesmente TUDO do Morphine é bom. Morphine é tudo de bom.
Mr. Venda-me-uma-mansão-assombrada-na-Escócia: Veja o que puder do Morphine, é o que eu acho que você vai gostar mais. Ah, e me avise quando voltar a fazer refeições, por favor.
Buena
Super Sex
Cure for Pain
Thursday
Honey White
Mark Sandman 1952-1999: We terribly miss you, chérie.
Só hoje me toquei que eu nunca postei Rush por aqui. Acabo de corrigir essa imensa falha. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa… ouçam essa voz, vejam essa bateria, sintam essa guitarra, prestem atenção nas letras.
Animate
Lock and Key
Resist
Show Don’t Tell
Mystic Rhythms
Subdivisions
YYZ
Antes que alguém pergunte: sim, eu VI os caras ao vivo em 2002, Morumbi. Presente de aniversário do meu irmãozinho caçula.