Friday, May 9, 2008

Chás de April, 2007

Misantropia

Sunday, April 29th, 2007

Ao invés de aumentar a minha sociabilidade, o tempo só a diminui.

Está frio, estou ouvindo algumas músicas maravilhosas, estive brincando de mixar uma música a partir dos arquivos de garageband distribuídos pelo TR esses dias e brigando com a minha gata porque ela puxa o fio do meu mouse. O próprio Trent (ou seed0, username dele, de acordo com boatos) colocou também um album para download no PirateBay que é uma pequena obra-prima da tristeza, “The Definitive NIN - Quiet Tracks (2006)“. Se puderem, baixem e escutem. É absolutamente lindo e poético.

Entrou uma garota mal-educada no meu MSN com um papo de trabalho (de domingo? no meio do feriado? às 8 da noite?) e eu fui educada, pedi pra entrar em contato comigo durante a semana por email e telefone e a sem-educação respondeu assim “você não é o tipo de profissional que nós estamos procurando” (e como disse Mark Twain, somente os Reis, Presidentes, editores e pessoas com vermes intestinais, podem usar o editorial “nós”).

Bom, não devo ser mesmo, porque “eles” estão procurando alguém que dê mil informações por MSN (!), num domingo (!!), de graça (!!!) para alguém que se nomeia apenas como “Pati” e que tem uma conta de email do hotmail inválida (!!!!).

Ah sim, avisem “eles” que eu também não compro pontes e não mando dinheiro para scams nigerianos.

Bom, voltemos à misantropia.

O dia em que Trent Reznor NÃO morreu…

Sunday, April 29th, 2007

… mas o FBI achava que sim.

Eu conhecia essa história mas nunca tinha visto esse episódio do Hard Copy. O FBI achou que tinha encontrado um vídeo de alguém que tinha sido assassinado numa briga de gangs e gastou quase um ano investigando. No final, era apenas a gravação do videoclipe “Down In It”, feito em Super 8, com uma equipe de baixo orçamento. TR nem desconfiava que o FBI tinha encontrado a câmera perdida.

Veja aqui o clip “Down it” inteiro (1989 Interscope Records):

Six Feet Under

Saturday, April 28th, 2007

Nunca tive a chance de assistir a última temporada até o fim. Essa é uma das minhas séries favoritas, pela complexidade, seriedade, pelo desafio de falar de assuntos que são considerados tabus na sociedade ocidental, homossexualismo, drogas, insanidade, assassinatos e, especialmente, o final da vida. É uma linda série de TV, muito melhor que muitos filmes longa-metragem.

Vejam aqui o promo da quinta temporada…

…e aqui, a última parte do episódio final. Poético, melancólico e belíssimo. Bravo.

Intermission

Friday, April 27th, 2007

Parece que chegamos a uma pausa no ARG. Os fãs do ETS que tinham um telefone celular, recebido no encontro em LA, receberam uma ligação que dizia:

“Adrienne listen up. We think theses phones have been compromised. We’ve got to go dark for a while but that is ok. You don’t need us anymore, it is up to you and your friends to carry the message you have a voice use it. This is your time, This is your hour. The hour of arrival, remember that. Don’t give up, don’t give in. You are the resistance now.”

Essa mensagem levou à descoberta do site:
http://hourofarrival.net/

O texto fragmentado no background é da seguinte poesia:

The Second Coming by WB Yeats.

Surely some revelation is at hand;
Surely the Second Coming is at hand.
The Second Coming! Hardly are those words out
When a vast image out of Spiritus Mundi
Troubles my sight: somewhere in sands of the desert
A shape with lion body and the head of a man,
A gaze blank and pitiless as the sun,
Is moving its slow thighs, while all about it
Reel shadows of the indignant desert birds.
The darkness drops again; but now I know
That twenty centuries of stony sleep
Were vexed to nightmare by a rocking cradle,
And what rough beast, its hour come round at last,
Slouches towards Bethlehem to be born?
]

Parece que chegamos ao final da primeira parte do jogo.
Stay tuned…

I am (almost) dead

Friday, April 27th, 2007

É isso aí. Estou oficialmente na lista dos mais procurados pelo Bureau of Morality:

The Resistance Network
These people are intelligent, organized, and highly motivated.
Finding, catching, and destroying them should be a top priority.

bureau of morality wanted

A lista contém nicknames de usuários do ETS e do Spiral.
Meu atual “status” é viva, mas muitos “colegas decifradores” do ARG foram perdidos na luta.

Eu estou nas duas listas.
24.24.1.300 DaniCast - na lista do Spiral
24.24.2.641 DaniCast - na lista do ETS

Morram de inveja. ;)

O site foi encontrado ontem pelo pessoal do ETS a partir dos espectrogramas das músicas que o NIN soltou em formato garage band, que contém imagens de avatares de membros do ETS. A partir das iniciais dos usernames dessas pessoas, chegou-se no site http://www.exhibit24.net/.

Aqui, os espectrogramas:

E a lista dos membros do ETS:
Heroicraptor - gato com chapéu
Ishtmail - urso
Theartofdecay - kurt cobain
Yamagu - olho
Esoterrorist - cemitério
Nantucket68 - scene missing
Xanthippe - chifrinhos (feitos com os dedos)
Without_the_underscore - AIR flag modificada
Exploding Plastic - moldura de quadro
TheLeper - rosto da jane doe

Os tópicos sobre o assunto no ETS estão aqui, aqui e aqui.

Texto fragmentado nas imagens de background do site:

“Someone must have slandered Josef K., for one morning, without having done anything truly wrong, he was arrested.”
- Der Prozess (the Trial), Franz Kafka

Maravilhoso.

Músicas para remix em vários formatos

Friday, April 27th, 2007

Sabem ONDE e COMO ele pendurou? Como torrents, no piratebay. Isso que eu chamo de “sair do armário”.

Enquanto toda a indústria fonográfica tem medo de torrents e de P2P, ele mostra que não tem medo nenhum - ah, sim, e o album já vendeu 187.000 cópias.

Esse homem é meu herói.

No ETS, o pessoal já começou a decifrar as pistas escondidas nos arquivos de áudio. Um dos espectrogramas:

spectrogram

Os espectrogramas correspondem a avatares usados pelo pessoal do ETS. Nesse exato minuto, o ETS está em polvorosa. Fomos todos incluídos no ARG.

Nota: o NINremixes está de prontidão para redistribuir os remixes. E, pra completar Digg it!.

Update: Os arquivos passaram a estar disponíveis no site YearZero também.

Assunto mais velho que a internet

Wednesday, April 25th, 2007

Adoro como algumas coisas somem e reaparecem (na internet) como se fosse a maior novidade do mundo. Uma delas, enviada pela minha amiga Sandra, que tem sido vítima de plagiadores e ladrões virtuais, seria risível se não fosse trágica: o artigo sobre código de conduta para blogs publicado no Globo.

Seria risível pelo repeteco e a falta de ineditismo na notícia (old news, very old news): os trolls sempre existiram, só acharam mais um espaço pra se manifestar. Se você clicar ali no termo “troll” (o link aqui é da wiki em português) vai ver que eu linkei um artigo da wikipedia que diz que eles apareceram pela primeira vez na Usenet nos anos 80. O assunto perde a graça e se torna trágico quando paramos para pensar que mesmo depois de mais de dez anos de internet no Brasil as pessoas ainda não aprenderam a usar a internet direito e muita gente se comporta como verdadeiros delinqüentes virtuais (o que faz com que o assunto volta e meia retorne às notícias).

Já há alguns anos, o blogueiro é responsável pelo lixo em seu quintal, ou seja, comentários ofensivos ou que violem alguma lei. Só que parece que ainda tem gente que não sabe disso. Pois vamos refrescar a memória: o Imprensa Marrom foi tirado do ar em 2004 por causa de um comentário postado lá. História velha. Foi por causa desse acontecimento, inclusive, que o chá aqui passou a exigir registro prévio, identificação ou no mínimo aprovação para qualquer coisa que seja comentado aqui por outras pessoas que não eu. A Casa de Chá está no ar há 4 anos sem maiores incidentes por causa disso. Se alguém for tentar me tirar do ar, que seja por causa das coisas que eu falo e não por causa de alguém que postou alguma coisa em alguma página lá nos arquivos e que eu nem tenha visto - que foi o que aconteceu com o Gravataí Merengue.

As pessoas precisam saber mais sobre internet e se informar melhor.

Primeiro, como eu digo desde 2004, o chá é meu, eu pago o servidor e me reservo o direito de selecionar comentários. É um espaço privado, tem dono, embora esteja publicado na rede. Não é porque está na rede que não tem dono - embora exista muita gente que pensa que sim.

Segundo, ninguém, absolutamente NINGUÉM é completamente anônimo na internet. Você está conectado a um servidor, tem número de IP e com um mandado judicial na mão (ou com alguns cookies bem configurados, mas isso é outra história), qualquer um pode achar você.

Comporte-se.

Leiam no blog do Gilberto, o código de conduta do blogueiro, proposto pelo Tim O’Reilly, que foi o primeiro lugar onde li a respeito. Tim é um sujeito educado. Eu teria chamado isso de “código de auto-proteção do blogueiro”, isso sim.

E pra aproveitar o chá, vou citar aqui algo que acho mais que perfeito, os “dez mandamentos do blogueiro”, adaptados dos “dez mandamentos” de foruns, jogos online, etc, para a blogsfera pelo site AnonymousCoworker:

1. Thou shall not be a mommyblogger (being a mother who blogs is acceptable)
2. Thou shall not comment anonymously
3. Thou shall not be a catblogger
4. The media shall not use the phrase “weblog or blog”
5. Thou shall not be offended by a blog, thou shall simply move on to a new page
6. Thou shall not lurk
7. Thou shall not feed the trolls
8. Thou shalt comment
9. No stealing the work of others and passing it off as your own
10. Thou shalt link back

Traduzindo:

1. Não serás uma mamãe-blogueira (ser uma mãe com um blog é aceitável; “mommybloggers” são aquelas que criam blogs para ficar falando de seu bebê, o que ele comeu hoje, que nasceu o primeiro dentinho, que ele sorriu, etc…)
2. Não comentarás anonimamente
3. Não serás um blogueiro que só fala de gatos (”catblogger”, mesma coisa que a “mommyblogger”, só que o “bebê” é o gato)
4. A mídia não deverá usar a frase “weblog ou blog”
5. Não se sentirás ofendido por um blog, simplesmente irás para outro site
6. Não ficarás apenas lendo em silêncio
7. Não alimentarás os trolls
8. Deverás comentar
9. Não roubarás trabalhos dos outros e passar adiante como se fosse seu
10. Linkarás de volta

É isso. Chá também é cultura.

Relatório do dia

Tuesday, April 24th, 2007

Olha como a Mia cresceu! Ontem levei ela pra tomar a primeira vacina. Ela é a gata mais boazinha que eu já tive, ficou quietinha pra tomar a vacina, mas ficou morrendo de medo.
Está tão grande e linda, MiaQuerida.

Mia Querida
Mia Querida

Um amigo querido me deu de presente! Adoro CSI.

CSI
CSI

Checklist:
Tenho NIN e Rush pra ouvir, tenho CSI pra assistir no meu computador, tenho café e cigarros, tenho o silêncio da rua (que está quieta), tenho sol na janela (esse cabeçalho do blog, aí em cima, é a vista da minha janela), tenho a Mia.

Sou uma pessoa feliz.

Eu não sou normal

Tuesday, April 24th, 2007

Passeando pelo Digg, fui cair em alguns sites e blogs interessantes. Por esses sites, descobri que existe uma lista dos “filmes mais controversos da história” onde, com exceção de filmes gores ou pornôs bizarros como “O Massacre da Serra Elétrica” ou “Calígula”, a maioria dos filmes da lista estão entre meus favoritos como, por exemplo, “Encaixotando Helena” de Jennifer Lynch (sim, a filha do David Lynch), “Cidadão Kane” de Orson Welles, “Laranja Mecânica” de Kubrick, “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” de Peter Greenaway, “Crash” de Cronenberg, “Faça a Coisa Certa” de Spike Lee, “Evil Dead” de Sam Raimi, “O Último Tango em Paris” de Bertolucci, “A Última Tentação de Cristo” de Scorsese, “A Vida de Brian” de Monty Pithon (é comédia!), “NBK” de Oliver Stone, “Pink Flamingos” de John Waters, “Pretty Baby” de Louis Malle, “Requiem for a Dream” de Darren Aronofsky, “Romance” de Catherine Breillat (puxa, nem é tão pornô assim! É light!), “O Bebê de Rosemary” de Polanski, “South Park: Bigger, Longer & Uncut” (é um desenho!).

Ok. Superei o trauma e dei de cara com outra lista, “Os videoclipes mais estranhos de todos os tempos”. E aí, me considerei um caso perdido, porque a lista traz “Closer” de Nine Inch Nails (dirigido por Mark Romanek!), “Black Hole Sun” do Soundgarden, “Smack my Bitchup” do Prodigy, “Come to Daddy” do Aphex Twin, “Here It Goes Again” do OK, Go!, “Beautiful People” do Marilyn Manson (dirigido por Flora Sigismondi!), “Rabitt in you Headlights” do UNKLE, “Weapon of Choice” do Fatboy Slim.

Toda a minha esperança de vir a ser, algum dia, considerada normal caiu por terra.
Eu sou esquisita. Eu gosto de coisas controversas e estranhas.

Nota: O que me consolou foi ver a lista dos “10 melhores filmes de Ficção Científica” de todos os tempos. Na lista tem Blade Runner, The Matrix, 2001, De Volta Para o Futuro, Planeta dos Macacos (o original de 1968), Alien (o primeiro, de 1979), O Exterminador do Futuro (1984), O Planeta Proibido (1956). Faltou só “O Dia em que a Terra Parou”, um dos meus favoritos.

Rush: Snakes & Arrows, música para elevar o espírito

Monday, April 23rd, 2007

Snakes & Arrows

Acabei de ouvir. Fazia cinco longos anos que o Rush não soltava um álbum de estúdio. A espera valeu a pena. Maravilhoso, definitivamente o Album do Ano. Duvido que alguém consiga fazer melhor. Rush, sempre a mesma qualidade impecável: vocais melodiosos, a bateria imbatível de Neil Peart, os arranjos complexos, a guitarra na medida para compor a harmonia e dar a tonalidade. Comprem que vale a pena.

I just listened. It has been 5 year since Rush launched their latest album. Absolutely sublime, the best album of the year, I doubt that someone can do better. It´s Rush at their best shape, beautiful lyrics, complex guitars and (of course) the best drummer of the world. It worths to buy.

Album Tracklisting:

• “Far Cry”
• “Armor and Sword”
• “Workin’ Them Angels”
• “The Larger Bowl”
• “Spindrift”
• “The Main Monkey Business” < -- a melhor faixa do album!!
• "The Way the Wind Blows"
• "Hope"
• "Faithless"
• "Bravest Face"
• "Good News First"
• "Malignant Narcissim"
• "We Hold On"

Rush

“It’s hard to describe the new album. It’s big, it’s bold, and I think it’s some of the best work we’ve done in years. I’m really pleased with the quality of the songs, and there’s lots of playing on it.”
- Geddy Lee (Revolver Magazine)

Saiba mais (more):
- Press Release
- Rush is a Band

Coisas randômicas

Monday, April 23rd, 2007

Comecei a rascunhar a minha monografia. Isso é muito difícil. Definição da wikipedia:

“A monograph is a scholarly book or a treatise on a single subject or a group of related subjects, usually written by one person. It is a one-time publication that is complete in itself. It may refer to a detailed, well-documented work on a limited subject or a person.”

Eu consegui desenhar dentro da minha cabeça o que eu quero escrever. Já é um avanço. tenho tido que enfrentar coisas dificílimas para mim: não tenho facilidade em escrever, sou disléxica e sempre tenho a tendência de achar que dá para resumir tudo muito melhor em imagens.

Meu livro da Santaella chega amanhã. Depois de reler uma pilha imensa de anotações, cheguei a conclusão de que a Santaella é a melhor teórica para eu montar o fio condutor dessa monografia.


Começaram a sair os reviews do album Year Zero, do Nine Inch Nails. As opiniões estão divididas. De críticos dizendo que ele é um gênio a críticos dizendo que ele é “pretensioso e que o som do NIN nunca foi interessante” (Fred Shuster, Music Critic, quem é esse cara?), o album pode ser tudo, menos tedioso.

Eu, sinceramente, gosto de algumas músicas, não gosto de algumas e detesto algumas. Os fanáticos que me desculpem, mas ninguém me convence a gostar de “Survivalism”, por exemplo, ou “The Beginning of the End”. São horríveis.

As músicas que eu mais gosto são “The Good Soldier”, “Vessel”, “Me, I´m Not” (na minha opinião, a que mais “tem cara” de Nine Inch Nails), “My Violent Heart”, “In This Twilight” e “Zero Sum”. Tem várias músicas com batida hip-hop mas achei muito artificial. Trent é um cara branco de classe média que sempre fez industrial da melhor qualidade, o que ele sabe de hip-hop? Sei que ele está andando com Saul Williams mas acho a influência fraca.

No geral, Year Zero é um album que soa muito mais pop do que industrial e me deu muita saudade da era “Fragile”, “Downward Spiral” e “Pretty Hate Machine”. Há especulações sobre “crise da meia idade” e outras bobagens desse teor. Eu penso que a crise autoral pela qual TR está passando está muito mais relacionada às escolhas musicais. Quando ouço a perfeição magnífica que é “And All That Could Have Been” fico pensando onde foi parar o conhecimento musical de Trent Reznor. Eu sei que ele sabe fazer música, que ele sabe compor maestralmente com camadas de ruídos, mas em Year Zero, a musicalidade foi pro ralo e várias faixas soam como café feito por outra pessoa e requentado.

Vamos ver como fica a segunda parte do album, já que ele prometeu que vai entregar um segundo album ainda no mesmo tema e que o ARG ainda continua por mais dezoito meses. E vamos ver se a movimentação que ele está causando consegue atingir algum dos objetivos que ele quer.

Eu me tornei associada do The Spiral e em pouco mais de uma semana fiquei desapontada. Nada de novo no blog de TR e apenas o fórum de fãs, incompleto. Os fãs pisam em ovos, têm medo de ofender “deus”, que é moderador e administrador do site. Qualquer ofensa ao colérico senhor TR pode significar banimento pra vida toda. A caixa postal de Mr. Reznor podia ter ao menos uma resposta automática, mandei recado e nada. Nem isso. Pena. Vamos ver se o site melhora com o tempo (a assinatura é por um ano) e se meu kit-fã (que inclui camiseta e litografias) chega logo e vale a pena. Quanto ao fórum, o ETS é infinitamente mais divertido, fico por lá.


Estive assistindo alguns episódios de CSI online. Só tem duas coisas que me fazem ter saudades de ter TV: CSI e Cold Case. Considerando-se o custo/benefício, assim que a minha situação financeira melhorar, acho que vou começar a caçar os DVDs.

Eu tenho três novidades no forno, mas ainda não posso falar muito sobre elas. Uma está relacionada aos meus cursos, a segunda a uma produtora e a terceira a um programa de rádio. Assim que alguma delas acontecer, eu conto. Cruzem os dedos.


Quem nunca assistiu, imperdível:”Pirates of Silicon Valley” completo no GoogleVideo. Sorry, sem legendas.

Soundtracks

Sunday, April 22nd, 2007

Cold Case

“Cold Case” tem uma das trilhas mais melancólicas e tristes que eu já vi no cinema ou na TV. Várias vezes quando o episódio terminava, eu estava em lágrimas.


CSI

Já a trilha de CSI é vigorosa e cheia de rock. Como The Who é uma banda boa! Fazia tempo que eu não escutava.


Excelentes trilhas sonoras. Como eu ando meio pobre, baixei do Kamdelia. As duas valem a pena.