Comecei a rascunhar a minha monografia. Isso é muito difícil. Definição da wikipedia:
“A monograph is a scholarly book or a treatise on a single subject or a group of related subjects, usually written by one person. It is a one-time publication that is complete in itself. It may refer to a detailed, well-documented work on a limited subject or a person.”
Eu consegui desenhar dentro da minha cabeça o que eu quero escrever. Já é um avanço. tenho tido que enfrentar coisas dificílimas para mim: não tenho facilidade em escrever, sou disléxica e sempre tenho a tendência de achar que dá para resumir tudo muito melhor em imagens.
Meu livro da Santaella chega amanhã. Depois de reler uma pilha imensa de anotações, cheguei a conclusão de que a Santaella é a melhor teórica para eu montar o fio condutor dessa monografia.
Começaram a sair os reviews do album Year Zero, do Nine Inch Nails. As opiniões estão divididas. De críticos dizendo que ele é um gênio a críticos dizendo que ele é “pretensioso e que o som do NIN nunca foi interessante” (Fred Shuster, Music Critic, quem é esse cara?), o album pode ser tudo, menos tedioso.
Eu, sinceramente, gosto de algumas músicas, não gosto de algumas e detesto algumas. Os fanáticos que me desculpem, mas ninguém me convence a gostar de “Survivalism”, por exemplo, ou “The Beginning of the End”. São horríveis.
As músicas que eu mais gosto são “The Good Soldier”, “Vessel”, “Me, I´m Not” (na minha opinião, a que mais “tem cara” de Nine Inch Nails), “My Violent Heart”, “In This Twilight” e “Zero Sum”. Tem várias músicas com batida hip-hop mas achei muito artificial. Trent é um cara branco de classe média que sempre fez industrial da melhor qualidade, o que ele sabe de hip-hop? Sei que ele está andando com Saul Williams mas acho a influência fraca.
No geral, Year Zero é um album que soa muito mais pop do que industrial e me deu muita saudade da era “Fragile”, “Downward Spiral” e “Pretty Hate Machine”. Há especulações sobre “crise da meia idade” e outras bobagens desse teor. Eu penso que a crise autoral pela qual TR está passando está muito mais relacionada às escolhas musicais. Quando ouço a perfeição magnífica que é “And All That Could Have Been” fico pensando onde foi parar o conhecimento musical de Trent Reznor. Eu sei que ele sabe fazer música, que ele sabe compor maestralmente com camadas de ruídos, mas em Year Zero, a musicalidade foi pro ralo e várias faixas soam como café feito por outra pessoa e requentado.
Vamos ver como fica a segunda parte do album, já que ele prometeu que vai entregar um segundo album ainda no mesmo tema e que o ARG ainda continua por mais dezoito meses. E vamos ver se a movimentação que ele está causando consegue atingir algum dos objetivos que ele quer.
Eu me tornei associada do The Spiral e em pouco mais de uma semana fiquei desapontada. Nada de novo no blog de TR e apenas o fórum de fãs, incompleto. Os fãs pisam em ovos, têm medo de ofender “deus”, que é moderador e administrador do site. Qualquer ofensa ao colérico senhor TR pode significar banimento pra vida toda. A caixa postal de Mr. Reznor podia ter ao menos uma resposta automática, mandei recado e nada. Nem isso. Pena. Vamos ver se o site melhora com o tempo (a assinatura é por um ano) e se meu kit-fã (que inclui camiseta e litografias) chega logo e vale a pena. Quanto ao fórum, o ETS é infinitamente mais divertido, fico por lá.
Estive assistindo alguns episódios de CSI online. Só tem duas coisas que me fazem ter saudades de ter TV: CSI e Cold Case. Considerando-se o custo/benefício, assim que a minha situação financeira melhorar, acho que vou começar a caçar os DVDs.
Eu tenho três novidades no forno, mas ainda não posso falar muito sobre elas. Uma está relacionada aos meus cursos, a segunda a uma produtora e a terceira a um programa de rádio. Assim que alguma delas acontecer, eu conto. Cruzem os dedos.
Quem nunca assistiu, imperdível:”
Pirates of Silicon Valley” completo no GoogleVideo.
Sorry, sem legendas.