Oras, meu caro amigo, é por isso que o ser humano inventou a música, a pintura, o teatro, o cinema, as feiras ao ar livre, o álcool, os doces, as festas: porque a vida é uma chatice insuportável com um problema atrás do outro.
“We believe that as people living
in the United States it is our
responsibility to resist the injustices
done by our government,
in our names
Not in our name
will you wage endless war
there can be no more deaths
no more transfusions
of blood for oil
Not in our name
will you invade countries
bomb civilians, kill more children
letting history take its course
over the graves of the nameless
Not in our name
will you erode the very freedoms
you have claimed to fight for
Not by our hands
will we supply weapons and funding
for the annihilation of families
on foreign soil
Not by our mouths
will we let fear silence us
Not by our hearts
will we allow whole peoples
or countries to be deemed evil
Not by our will
and Not in our name
We pledge resistance
We pledge alliance with those
who have come under attack
for voicing opposition to the war
or for their religion or ethnicity
We pledge to make common cause
with the people of the world
to bring about justice,
freedom and peace
Another world is possible
and we pledge to make it real.”
“Acreditamos que como povo que vive
Nos Estados Unidos é
Nossa responsabilidade resistir às injustiças
Levadas a cabo pelo nosso governo
Em nosso nome
Não é em nosso nome
Que vais fazer interminável guerra
Não pode haver mais mortes
Não pode haver mais transfusões de sangue por petróleo
Não é em nosso nome
Que irás invadir países, bombardear civis, matar mais crianças
Deixar a história seguir o seu rumo
Sobre as sepulturas dos sem nome
Não é em nosso nome
que acabarás com as mesmas liberdades
pelas quais afirmas estar a lutar
Não é pelas nossa mãos
que forneceremos armas e fundos
para a aniquilação de famílias em solo estrangeiro
Pelas nossa bocas
não deixaremos o medo silenciar-nos
Pelos nossos corações
não deixaremos que pessoas
ou países inteiros sejam condenados ao mal
Não é pela nossa vontade
nem em nosso nome
Prometemos resistência
Prometemos uma aliança com aqueles
que estão a ser atacados
Por erguer vozes contra a guerra
ou pela sua religião ou etnia
Prometemos fazer causa comum
Com o povo de todos o mundo
Na persecução da justiça
Da liberdade e da paz
Outro mundo é possível
E nós prometemos torna-lo real”
Art is Resistance.
Muitas pessoas no Brasil pensam que todos os estadunidenses apóiam a guerra e que todos os estadunidenses são alienados e ricos (como, por exemplo, Paris Hilton, que foi presa por violar a condicional de uma pena que recebeu por dirigir embriagada).
Não, não são.
Em todos os lugares existem pessoas que não concordam com o que os governos fazem, mesmo quando esses governos são eleitos pela maioria. Os Estados Unidos não são excessão, como tinha sido demonstrado no site “Sorry Everybody” criado para pedir desculpas ao mundo pela reeleição de Bush e que continua ativo, com mais de 800 páginas de pessoas segurando sinais com pedidos de desculpas escritos.
Quem nunca assistiu a série e puder assistir: assista que vale a pena.
Sobre a série:
Doctor Who é uma série de ficção científica britânica produzida e transmitida pela rede de TV BBC entre 1963 e 1989. Nela, um misterioso viajante do tempo conhecido apenas como “O Doutor”, explora o tempo e o espaço na companhia de amigos, combatendo uma série de inimigos.
O pior e maior deles eram os Daleks, criaturas alienígenas cujo único propósito era exterminar outras formas de vida e que possuíam uma espécie de armadura cheia de armamentos e funcionalidades para tornar seu trabalho de extermínio mais eficiente.
Em 2005 a série ganhou uma nova versão protagonizada pelo ator Christopher Eccleston (temporada 2005/2006). Atualmente David Tennant interpreta o “Doctor Who”(Temporada 2006/2007) e tem uma nova assistente, a médica Martha Jones.
No Brasil a série “Dr. Who” é apresentada pelo canal a cabo “People & Arts” (P&A)
Encontrado no Blogoscópio: “Pela tangente: Nem Rússia, nem Estados Unidos. A descoberta do primeiro planeta além da Terra com condições favoráveis para a existência de vida é da.. Alemanha! de.. um grupo de cientistas europeus!”
Update: Acabei de descobrir que não foram os alemães (ou talvez eu tenha entendido seu o post do Blogoscópio errado?). Blame the video pela confusão. Quem descobriu o Gliese 581 c foi um grupo de astrônomos da França, Portugal e Suíça no observatório de Genebra.
De toda forma, adorei o vídeo, mesmo com barata.
O boato é boato, não tem fundamento. Mas, diferente de muitos spams que rodam pela rede, esse boato que se multiplica de maneira viral diariamente, está trazendo benefícios.
O boato:
Vão desativar o site Domínio Público!
O Ministério da Educação disponibiliza centenas de obras gratuitas para download, Só de literatura portuguesa são 732 obras! Basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acessos é muito pequeno.
O boato é falso, o Domínio Público não será desativado. Entretanto, o boato trouxe benefícios para o Domínio Público porque a visitação aumentou e isso fez com que o site fosse ainda mais valorizado.
Então, visitem!
Copiei a notícia do Overmundo. Leiam a notícia e os comentários ótimos que foram postados por lá e espalhem esse boato, para que o Domínio Público cresça cada vez mais!
Leio um comentário de um blogueiro mau-humorado expressando a velha reclamação da mídia tradicional sobre a “incontrolabilidade” dos usuários em comunidades online, esquecendo de comentar também que a comunidade se auto-controla. (prefiro nem linkar o tal blog).
O blogueiro teve um surto reacionário de “mídia tradidional”, falando de apenas um lado da questão - o que interessa à mídia tradicional - com o argumento velho e batido que se usa para justificar que currais de informação e controle de infomação são bons, porque fazem bem às pessoas, e de que a internet é muito incontrolável, por isso está cheia de contravenções e conteúdos impróprios.
Isso não é verdade, mas uma distorção da verdade em prol de um pensamento controlador, retrógrado, reacionário, censor e paternalista onde um BigBrother todo poderoso existe para “proteger” as pessoas, coitadinhas, que não sabem escolher o que é melhor para elas.
O Cris Dias, como sempre, escreveu um artigo muito lúcido sobre o que ressucitou esse antigo debate: os números que permitem que se destrave o código encriptados dos novos DVD-HD, “quebrando” a proteção dos DVDs e permitindo cópias.
O Cris cita ainda em seu artigo um comentário do Paulo Henrique Amorim, “user content is loser content”, que reforça a antiga noção paternalista de que “os editores sabem melhor decidir conteúdo”. Pô, Paulo, que mancada. Você também, como o blogueiro que prefiro não citar, teve um surto reacionário.
Se vão mesmo processar o Digg, ainda não sei, mas se processarem irão cometer um erro que só vai aumentar o movimento em prol de espalhar o “código proibido” e aumentar o movimento em prol do Digg, porque quando a comunidade online quer, uma informação é replicada às raias do infinito e servidores são até mesmo derrubados, como no caso da Cica, lembram?
A comunidade online tem condições de fazer auto-gestão e auto-seleção do que quer ou não combater e do que quer ou não que seja perpetuado. Como mais um exemplo, vejam o caso da pedofilia no Orkut onde um perfil de pedófilo foi denunciado por mais de cem mil pessoas.
A reclamação real por trás do caso do Diggcitado pelo Cris e no tal blog do usuário inconformado com o caos da internet é o que a mídia tradicional faz: que o “controle da informação” mudou de mãos, ao invés de pertencer aos todo-poderosos editores e programadores de conteúdo, passou a pertencerà audiência. Claro, isso aumenta a democracia, aumenta o acesso à informação e faz cair as vendas de jornal e o poder da mídia tradicional.
Por isso eu digo sempre: longa vida à incontrolável internet.
“Estudo do MinC (Ministério da Cultura) revela que mais da metade (60%) da população brasileira nunca foi ao cinema. Apenas 14% dos brasileiros costumam assistir a filmes pela telona e 70% da população nunca visitou um museu. Os números mostram também que o livro não chega à casa de muitas famílias. Em média, as despesas anuais com audiovisual somam 41,2% dos gastos culturais das famílias e apenas 1,65% é investido na compra de livros.
Apesar da dificuldade ao acesso, de acordo com o estudo, a importância da cultura é igual em todos os níveis sociais. As famílias brasileiras gastam, em média, 4% da renda com cultura.”
(enviado para mim por email pelo meu amigo Humberto)
Eu não gosto de blockbusters. Eu não gosto de filmes adaptados de quadrinhos, com uma ou duas exceções. Eu não gosto do Quarteto Fantástico. Eu odiei o software que usaram para fazer o Surfista Prateado - me pareceu uma versão requentada do software do Exterminador do Futuro, sabe aquele que fazia o robot de mercúrio que derretia? Só que com resultado pior.
Mas, meudeusdocéu, esses novos arquivos MOV da Apple estão me fazendo babar:
A série sempre abria com uma morte - porque os protagonistas eram proprietários de uma casa funerária. Algumas dessas mortes eram, no mínimo, de um humor negro além da imaginação.