Friday, November 21, 2008

Chás de September, 2008

Colors in the sky

Monday, September 22nd, 2008

Já que o Nine Inch Nails não vem, eu fiz um mod de céu para o meu jogo. Eu não programei o mod, eu só preparei as texturas.

E uma aurora boreal:

Com o mod de luz que eu uso, fica maravilhoso, o mesmo céu assume diferente cores:

Luz diurna:

Fim de tarde:

Noite:

Adoro 3D e games. :)

Nota: Uma das pessoas que eu mais admiro na comunidade sims pela beleza de suas fotos, o coreano(a?) Alex.S deixou esse recado para mim ao ver esses céus que eu postei para que o pessoal faça download e adicione em seus jogos:

“It’s a moment so unbelievable that I couldn’t even breathe for a few seconds.”

Que elogio.

Nine Inch Nails: Brasil cancelado

Thursday, September 18th, 2008

Acabei de saber. Que droga. Cancelaram a Colombia também. Ainda vão tocar na Venezuela, na Argentina e no Chile. Leiam aqui.

Fireflies

Wednesday, September 17th, 2008

Fireflies

Shhh… o computador está funcionando

Thursday, September 11th, 2008

Eu queria agradecer ao Rogério, ao Alexandre e a Andréa, que me ajudaram horrores da semana passada para cá até eu resolver o problema do meu computador que estava me deixando insana. Eu dependo dessa máquina para trabalhar, se não fosse por vocês, eu não teria aguentado esses dez dias de tentativas e erros até que a máquina voltou à vida. Alexandre, você caiu do céu.

Amizade é isso, é estar a seu lado te dando apoio quando você mais precisa. Obrigada, meus queridos amigos, não sei como agradecer. Eu estava perdida sem saber o que fazer.

Ana, eu sei que te devo um email, mas não consigo escrever.Eu não tenho notícias boas, não sei escrever emails para ficar reclamando de todas as coisas que têm dado errado.

Agora com licença, eu tenho um prejuízo horrível para correr atrás. Desejem-me liberdade, por favor, eu estou precisando muito. Desejem que eu consiga sair desse buraco negro sem luz e sem vida onde eu me enfiei por acidente. Eu juro que aprendi muito nesse tempo sozinha nesse buraco e quando eu sair, nunca mais caio em outro.

Não parece

Saturday, September 6th, 2008

O computador soluça, restarta sozinho. Não encontro o problema nem a solução. Hoje, depois que voltar da aula (dou aula à tarde) vou reformatar novamente. Seja o que a entropia quiser, eu tenho que conseguir terminar o trabalho que comecei.

É uma pena, o problema já dura uma semana e está me atrasando horrores. Tenho coisas pra imprimir, pra despachar e não posso trabalhar, de repente, sem aviso, a máquina me dá a tela azul dos infernos. PUF! Foda-se eu.

Não tenho idéia do que possa ser, o técnico me tratou como se meu computador fosse uma peça de museu e orçou um novo para mim. Consertar esse parece ser um desperdício para ele. A minha vida toda é um desperdício. A minha vida inteira está nesse computador. Não que isso faça nenhuma diferença para o técnico.

Mas nem tudo na minha vida é desperdício e amolação. Na quinta-feira, fui assistir a um querido amigo que ia cantar com sua banda. A banda toda é composta por físicos, especialistas em quântica, em buracos negros,  tocando instrumentos musicais.

Divertido e poético, físicos-músicos.

Eu seria totalmente alienígena no lugar se uma querida amiga não tivesse ido comigo. Eu não era uma alien única. Para ser completamente justa, éramos três aliens ali, eu, ela e o amigo que canta tão bem. A voz dele é preciosa, fiquei muito impressionada. Nós destoávamos de todas as formas possíveis das demais pessoas por ali.

Ao final da noite, um matemático já bastante embriagado colou em nós duas. Meu amigo fazia as vezes de anfitrião aos demais convidados. Eu não estava muito a fim de papo com o matemático. Destesto alcoolizados e gente travada e  ele parecia ser ambas as coisas. Fora que eu sou da turma de “pessoas que amam pessoas” e qualquer um que viva de acordo com as restrições de rótulos sociais não vai aguentar andar comigo nem por cinco minutos. Whatever, eu não podia ser grosseira com o sujeito, então polidamente sustentei a conversa. Minha amiga ria.

Dali uns cinco minutos encostou uma linda dollie. Linda. De tirar o fôlego. E aposto que ele nem sabe disso. Ele devia ter seus vinte e seis, vinte e sete anos, um longo cabelo negro sedoso preso em um rabo de cavalo, com um copo de cerveja na mão. Puto. Puto dentro das calças porque o matemático estava embriagadamente me dando atenção. Tivemos um diálogo surreal que incluiu um comentário de que eles já teriam dormido juntos - dormir mesmo, nos braços um do outros, sem maiores conotações sexuais. Argumentamos, minha amiga e eu que isso não tem nada a ver com sexo, veja bem, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

A linda e furiosa dollie ferveu ainda mais depois desse comentário.

O matemático não me interessava nem um pouco. Nada. Definitivamente não era o meu tipo. Apenas não quis ser grosseira com ele, adivinhando que seria o amigo do amigo de alguém por ali. Eu não queria causar mal estar ao amigo que me convidou.

Mas a furiosa dollie sanguinolenta atiçou todos os meus instintos, todos. Que lindo que ele era. Que ciumento. Que ódio que me destilou.  Que desejo de arrancar o meu sangue que ele tinha. Que vontade que me deu de aplacar aquela ira até deixá-lo em lágrimas.

Eu não mudo, homens bonitos, passionais e temperamentais que gostam de outros homens ainda são os meus favoritos. E me inspiram a escrever e a filmar, claro.

Ah, foi uma noite gloriosa. Aquela linda dollie furiosa fez com que a noite se tornasse especial. Aposto que o matemático nem percebe quanta paixão existe naquele amigo dele. Aposto que o amigo dele nem percebe o quanto ele mesmo é glorioso.

E eu, que venho me sentindo uma velha, me senti de repente a mais gloriosa das mulheres, acuada por aquela dollie gloriosamente cheia de ira ciumenta. Eu ainda desperto as mais curiosas paixões nas pessoas. Não esperava por aquilo.

Que noite fenomenal.

Cinco dias sem computador

Wednesday, September 3rd, 2008

Quase enlouqueci. Eu não tenho vida sem ele. A minha vida é ele.

Tive que resetar a bios e reformatar. Que pesadelo.

The Steampunk Home

Wednesday, September 3rd, 2008

“I believe that Steampunk is more than just brass and watchparts. It’s finding a way to combine the past and the future in an aesthetic pleasing yet still punkish way. It’s living a life that looks old-fashioned, yet speaks to the future. It’s taking the detritus of our modern technological society and remaking it into useful things. Join me as I search for items for my house that combine the scientific romanticism of the Victorians with our real present and imagined future.”

The Steampunk Home